Foram dois os principais adversários do francês enquanto estiveram em prova. Mads Ostberg (Ford) logo no primeiro dia ficou fora devido a um despiste algo violento quando estava no topo da classificação, e o espanhol Dani Sordo (Citroen), que desistiu no segundo dia também devido a uma saída de estrada. A partir dai acentuou-se o domínio dos pilotos da VW S.Ogier e Latvala.
No terceiro e último dia de prova alguns problemas nos carros da marca alemã, em especial ao nível da transmissão, causaram alguma apreensão na equipa, contudo este problema mecânico apenas teve reflexos para Latvala, que perdeu o segundo lugar para Mikko Hirvonen (Citroen), Hirvonen, chefe de fila da Citroen depois da saída a tempo inteiro do campeonissimo Sebastian Loeb. Latavala (VW) foi terceiro.
Quanto aos portugueses, o melhor foi Miguel Barbosa (Mitsubishi), depois da desistência no final do Rali de Bruno Magalhães (Peugeot).
O Vodafone Rali de Portugal foi uma prova muito dura, pois o mau tempo das semanas anteriores degradou as classificativas, deixando muita pedra à superfície, apesar do bom tempo durante todo o rali. O principal problema dos pilotos foi ao nível dos pneus, que tinham um desgaste muito rápido.
Outro dos pontos de interesse foi um ex-piloto de formula 1, o polaco R.Kubica, que precisamente devido a um acidente num rali enquanto ainda estava na modalidade rainha do automobilismo, danificou seriamente a sua mão direita, ao ponto de só ser possível conduzir um carro de competição com um sistema de mudanças adaptado à sua limitação física.
Quanto ao futuro da prova portuguesa, tudo aponta, segundo as palavras de Carlos Barbosa, presidente do ACP, clube que organiza o rali, que em 2014 se venha a disputar no Norte e Centro de Portugal, voltando às classificativas de Fafe e Arganil.
Por último, uma nota de pesar para o falecimento do presidente da Federação Portuguesa de Automobilismo e Karting, Luis Pinto de Freitas, precisamente na semana em que se realizou o Rali de Portugal.
António Bento




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