“Estas rifas, completamente desconhecidas da SCMCR, referiam ser da “Lotaria da Páscoa” cujo prémio seria um “coração de pedras e banhado a ouro de lei”, denuncia a instituição. As rifas custavam um euro, eram escritas à mão, sem qualquer logotipo da instituição, nem carimbo que validasse.
“Depois da SCMCR ter tomado conhecimento deste facto, foram tomadas as devidas ações no sentido de responsabilizar a pessoa em questão e lamentamos o facto de terem sido ludibriadas várias pessoas com esta iniciativa de burla por parte desta cliente”, referem os responsáveis da SCMCR.
“Numa altura em que a SCMCR precisa de todo o apoio da comunidade, para que consiga manter o seu equilíbrio financeiro, empregando mais de 100 funcionários, servindo mais de 600 pessoas diariamente, e ampliando as suas instalações, indigna-nos que haja tentativas de fraude utilizando o bom nome desta instituição”, lamentam.
Francisco Gomes



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