As peças são construídas a partir de material reciclável e a área lúdica construída em calçada portuguesa. As peças são garrafões de água forrados por dentro com sacos de plásticos para reciclar brancos ou pretos (cheios de água), acompanhados de uma construção em madeira (pintadas e aparafusadas por dentro da rolha que é colada em garrafão) para distinguir as peças (rei, rainha, torre, bispo, cavalo e peão).
A estimativa de custo é de 20 a 40 euros por cada conjunto de xadrez, excluindo tabuleiro em calçada portuguesa, o que implica 32 garrafões plásticos (de água) em material plástico, 32 sacos plásticos brancos (32 x 0,02 = 0,64 €), 32 sacos plásticos pretos (32 x 0,02 = 0,64 €), 50 litros de água, 16 caixas plásticas (16 x entre 0,50 € e 0,70 € = entre 8,00 € e 11,20 €), 16 balões de ar brancos (0,50 €), 16 balões de ar pretos (0,50 €), cola veda (1,00 €) e tinta de spray branca ou preta (3,80 €) ou 32 telas autocolantes (0,4m x 0,4 m= 4,00 €).
Uma fase que permitirá a expansão do projeto será a possibilidade de construção de moldes de plástico, originando tabuleiros gigantes de xadrez.
A Associação Tabuleiro de Cores promove desenvolvimento e formação desportiva em xadrez, é um clube formador grau I credenciado pela Federação Portuguesa de Xadrez e tem cento e doze elementos filiados na Federação Portuguesa de Xadrez.
Segundo Samuel Rebelo, presidente da direção da Associação Tabuleiro de Cores, “é possível desenvolver noutras localizações projetos análogos com outros jogos de tabuleiro de senso comum”.
Francisco Gomes






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