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Tabuleiro de xadrez construído em calçada portuguesa no exterior do Centro da Juventude

Francisco Gomes

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Um tabuleiro de xadrez na calçada junto ao Centro da Juventude das Caldas da Rainha foi montado pelo Gabinete de Regeneração Urbana da Câmara Municipal, na sequência de uma proposta da associação juvenil Tabuleiro de Cores. Inserido num projeto de acessibilidade e divulgação desportiva, o “Eco Xadrez”, como se designa, propõe-se divulgar o xadrez, através da disponibilidade em espaço público de tabuleiros gigantes para acesso livre no solo, com a escala 10:1 do tamanho utilizado em competições oficiais desportivas (medidas 3,20 m x 3,20 m - quadrados de 0,4 mx.04 m - com diagonal de 4,525 m).
Instalação do tabuleiro na calçada

As peças são construídas a partir de material reciclável e a área lúdica construída em calçada portuguesa. As peças são garrafões de água forrados por dentro com sacos de plásticos para reciclar brancos ou pretos (cheios de água), acompanhados de uma construção em madeira (pintadas e aparafusadas por dentro da rolha que é colada em garrafão) para distinguir as peças (rei, rainha, torre, bispo, cavalo e peão).

A estimativa de custo é de 20 a 40 euros por cada conjunto de xadrez, excluindo tabuleiro em calçada portuguesa, o que implica 32 garrafões plásticos (de água) em material plástico, 32 sacos plásticos brancos (32 x 0,02 = 0,64 €), 32 sacos plásticos pretos (32 x 0,02 = 0,64 €), 50 litros de água, 16 caixas plásticas (16 x entre 0,50 € e 0,70 € = entre 8,00 € e 11,20 €), 16 balões de ar brancos (0,50 €), 16 balões de ar pretos (0,50 €), cola veda (1,00 €) e tinta de spray branca ou preta (3,80 €) ou 32 telas autocolantes (0,4m x 0,4 m= 4,00 €).

Uma fase que permitirá a expansão do projeto será a possibilidade de construção de moldes de plástico, originando tabuleiros gigantes de xadrez.

A Associação Tabuleiro de Cores promove desenvolvimento e formação desportiva em xadrez, é um clube formador grau I credenciado pela Federação Portuguesa de Xadrez e tem cento e doze elementos filiados na Federação Portuguesa de Xadrez.

Segundo Samuel Rebelo, presidente da direção da Associação Tabuleiro de Cores, “é possível desenvolver noutras localizações projetos análogos com outros jogos de tabuleiro de senso comum”.

Francisco Gomes

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