Em apenas três anos, o IP Leiria apresentou 42 pedidos, apenas menos dois que a Universidade de Aveiro, que fica em primeiro lugar no ranking. “Estes dados revelam o trabalho notável desenvolvido pelos nossos docentes, investigadores e estudantes, com uma dinâmica excelente e uma grande capacidade de adaptação às necessidades do mercado”, salienta Nuno Mangas, presidente do IP Leiria.
“São várias as unidades de investigação do nosso instituto que apresentam estes pedidos, como por exemplo o Centro de Desenvolvimento Rápido e Sustentado do Produto e o Grupo de Investigação em Recursos Marinhos assim como as nossas Escola Superior de Tecnologia e Gestão, Escola Superior de Arte e Design das Caldas da Rainha e a Escola Superior de Turismo e Tecnologia do Mar de Peniche, com projetos de várias naturezas, alguns já com aplicação prática, produzidos e comercializados”, explica Nuno Mangas.
Nesta lista estão projetos como o Algelo, gelo enriquecido com algas com propriedades antioxidantes; o Bubblenet, um sistema de pesca revolucionário que utiliza uma rede de bolhas de ar para fazer o cerco aos cardumes e um aspirador especial que captura o peixe sem quaisquer danos; ou uma bengala virtual para auxílio a pessoas invisuais, todos com patentes concedidas.




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