Promover o Fado, enquanto Património Imaterial da Humanidade, e evocar a memória de Alfredo Marceneiro –, de origens cadavalenses – é o intuito desta iniciativa.
A exposição compreenderá diversos painéis de abordagem ao percurso de Alfredo Rodrigo Duarte, popularmente conhecido por Alfredo Marceneiro (devido à profissão que exerceu), incluindo ainda objetos pessoais do intérprete da célebre “Casa da Mariquinhas”.
Haverá três palestras, a acontecerem, pelas 15h00, nos três sábados seguintes à abertura. Assim, no dia 9, a biblioteca do Cadaval acolherá uma primeira palestra, a cargo de Vítor Marceneiro. Dia 16 será apresentada a “Tese do Fado”, por Mariana Pinteus de Carvalho, e dia 23 Francisco Pinteus abordará “Gerações de Alfredo Marceneiro”.




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