Os trabalhos para desimpedir caminhos e remover as 200 árvores da mata e as 50 árvores do parque foram desenvolvidos por “pessoal afeto ao centro hospitalar, bombeiros e proteção civil”, explicou o gabinete de comunicação e relações públicas do CHO. Além das árvores, foram assinalados estragos no gradeamento perto dos pavilhões do parque, “pois algumas árvores caíram sobre o mesmo e registou-se também a queda de parte do muro do campo de futebol”, acrescentou a mesma fonte. O gabinete indicou ainda que “não foram registados mais danos no restante património do CHO”.
Carlos Barroso





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