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Conferência promovida pelos órgãos distritais dos TSD

Discussão da situação política e económica do país

Marlene Sousa

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“O ano 2013 vai ser um ano de mais recessão, não esperem boas notícias. Não há caminho alternativo”. Palavras de Pedro Roque, secretário-geral nacional dos TSD (Trabalhadores Sociais-Democratas) e deputado na Assembleia da República (PSD), que falou no passado dia 19 no café concerto do Centro Cultural e de Congressos das Caldas da Rainha, numa conferência sobre a situação política e económica do país e seu reflexo no mercado de trabalho e nas empresas.
Eduardo Pecegueiro, vice-presidente do Secretariado Distrital de Leiria dos TSD, Fernando Costa, presidente da Secção das Caldas da Rainha e da Distrital do PSD, Pedro Roque, secretário-geral nacional dos TSD, Paulo Espírito Santo, presidente da JSD das Caldas da Rainha, e António Salvador, presidente do Secretariado Distrital de Leiria dos TSD

“Se fosse o PS que estivesse no Governo podem ter a certeza que as políticas não deveriam ser muito diferentes porque o país não tem autonomia”, sublinhou o deputado, acrescentando que “vivem-se momentos em que o poder de compra dos portugueses tem caído visivelmente e em que a juventude não encontra oportunidades de emprego para se realizar em termos económicos, profissionais e sociais”. De acordo com este responsável, têm sido “as exportações a gerar a riqueza necessária para o país poder ter algum tipo de estabilidade”. Segundo o dirigente dos TSD, a quebra de confiança no Governo por parte dos portugueses aconteceu quando foi feito o anúncio da intenção de alteração da Taxa Social Única (TSU). O deputado referiu que o tecido empresarial português, o futuro continua muito incerto mas tem confiança naquilo que “é Portugal e que a sua gente consegue fazer”. “Não é a primeira vez que o país enfrenta dificuldades e sempre conseguiu dar a volta”, sublinhou. O presidente da Câmara das Caldas não esconde o seu descontentamento com a sobrecarga do IMI e do IRS que lhe parecem “exagerados” e que vão continuar a sustentar os “vícios da Administração Pública”. Entende que o Governo está a cortar demasiado em alguns Ministérios, como no da saúde que está colocar em causa a “qualidade do serviço prestado ao utente”. Autarquias nunca tiveram um orçamento tão gordo tendo em conta que vão ter um acréscimo na receita por via do IMI a reflexão da própria conjuntura económica social e as políticas do emprego são temas importantes, uma vez que o país atravessa momentos muito difíceis. Presentes no evento estiveram as deputadas do PSD, Laura Esperança e OS TSD

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