Eram já quatro o número de pontos a menos a favor dos da casa, vantagem essa que se cifrou nos seis no final. A mesma história tiveram os sets seguintes, o Vilacondense continuou a apresentar-se como uma equipa “fria” e calculista, explorando o que podia em termos de fragilidades defensivas, enquanto o Sporting das Caldas se apresentava instável psicologicamente, ora reduzindo a diferença até um só ponto, deixando fugir de imediato o seu adversário para nova desvantagem a 3/4 pontos. Estas vantagens permitiram sempre aos locais serem mais conscientes, enquanto crescia o nervosismo dos visitantes, que nunca souberam ser regulares ao longo dos parciais para que pudessem superar o seu adversário.
Constituição da equipa S. C. Caldas: Nuno Pereira, Ezequiel, João Comendinha, Timóteo, Libório, Xipo, João Santos (C), Luís Maria, Pedro Araújo, Manuel Maria, Tomas, Emanuel Ferreira, Hugo Maria (Libero) e Paulo Pereira. A equipa técnica é constituída pelo treinador Júlio Reis e pelo adjunto Hugo Madruga. O médico da formação é Paulo Parente.



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