Os seis deputados do PSD juntaram-se ao líder da estrutura distrital do partido, Fernando Costa, para “explicarem o trabalho do Governo no último ano e assim antecipar, no terreno”, o debate sobre o “estado da Nação” que está marcado para esta quarta-feira na Assembleia da República.
O coordenador dos deputados do PSD, Paulo Batista Santos, começou por realizar o balanço de um ano de Governo, significando que, passado um ano de governação, Portugal “já não é notícia pela sua degradação económica”, mas antes o “exemplo” de um país que “trilha” o “árduo caminho” para a “recuperação económica”.
O parlamentar afirmou ainda que os próximos desafios da governação “vão centrar-se no desenvolvimento e aprofundamento das reformas estruturais”, reformas essas que devem assentar na convicção de que “Portugal só sairá da crise através do crescimento sustentado”.
O emprego, a credibilidade das contas públicas e a competitividade da economia, foram algumas das prioridades destacadas pelos deputados leirienses, em particular «as reformas dos mercados de trabalho, de bens e de serviços e a redução do Peso do Estado, são fatores essenciais para promover uma economia sustentável», acrescentaram os parlamentares.
As questões sociais, os investimentos na área do ambiente na Lagoa de Óbidos e nas arribas de São Pedro Moel, o acompanhamento da reorganização hospitalar no Centro Hospitalar do Oeste Norte (CHON) e a valorização do Centro Hospitalar Leiria-Pombal, foram alguns dos temas regionais evidenciados pelos deputados eleitos por Leiria.
Fernando Costa, líder da estrutura distrital do PSD, referiu-se à importância dos projetos da Linha do Oeste e da abertura ao tráfego civil da base aérea de Monte Real, destacando os progressos obtidos nos últimos tempos e saudou a intervenção competente do Governo nesta matéria, em particular do atual secretário de Estado dos Transportes, Sérgio Monteiro.
O autarca das Caldas da Rainha referiu-se também à Lei dos Compromissos, afirmando que “esta lei deveria existir há 20 anos”, pois se assim fosse a situação financeira das autarquias e do Estado seria bem melhor. Em sua opinião, “os autarcas e dirigentes públicos não devem atribuir responsabilidade a esta nova lei, quando em causa estão sucessivos atos de gestão que conduziram a níveis de endividamento insustentáveis”.



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