O advogado de Giovanni Lo Re renunciou à sua defesa, tendo sido nomeada uma substituta. O arguido Vicenzo Parasieite não garantiu um defensor, tendo o tribunal nomeado uma advogada minutos antes da audiência.
As duas advogadas não prescindiram do prazo legal para estudarem o processo, pelo que a audição dos arguidos foi adiada para depois das férias judiciais.
Em julgamento estão quatro italianos e três portugueses detidos numa operação da Polícia Judiciária a 21 de outubro de 2010, na zona de Bombarral e Torres Novas, acusados dos crimes de associação criminosa e burlas qualificadas, que terão lesado 20 empresas em 1,5 milhões de euros.
Segundo o Ministério Público de Leiria, o líder do grupo é um italiano que possui um mandado de detenção europeu por supostas ligações à máfia siciliana e sobre o qual recaem as mesmas acusações imputadas aos restantes arguidos: burla qualificada, falsificação de documentos, associação criminosa, recetação e abuso de confiança.




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