“Há cerca de dois meses, o Tribunal Administrativo Fiscal de Leiria arquivou uma queixa, sobre este assunto, que não foi feita por nenhum eleito do PS de Óbidos”, garante.
“Durante o processo de licenciamento e adjudicação do novo posto de combustíveis suscitei dúvidas, que mantenho, relativamente ao local escolhido pela maioria da Câmara, junto a uma escola, junto a zonas de lazer, junto a paragens de transportes públicos, junto a zonas residenciais e com prejuízo visual para o Castelo e Vila de Óbidos. Se fosse presidente da Câmara aquele posto de combustíveis não estaria naquele local”, afirma o socialista.
“Mantenho que a forma precipitada como foi tratado este assunto se deveu única e exclusivamente à pressa em encaixar receita de cerca e meio milhão de euros para gastar ainda neste mandato autárquico, apesar de a concessão se fazer por muitos anos. Mantenho as minhas dúvidas de violação do PDM em vigor, aliás reforçadas pela consulta ao processo elaborado pelos serviços técnicos da Câmara”, declara o vereador.
José Machado reafirma que, “apesar de nada ter a ver com as queixas apresentadas ao Ministério Público, como o executivo agora quer dar a entender de forma enganosa e deselegante, discordo do local de instalação das referidas bombas de combustíveis, um direito que me assiste como cidadão e eleito local”.



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