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Comissão para a Defesa da Linha do Oeste promoveu sessão pública nas Caldas

Marlene Sousa

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A Comissão para a Defesa da Linha do Oeste deu continuidade à luta que tem vindo a travar em defesa da Linha do Oeste, numa sessão pública que decorreu no passado dia 12 e que encheu por completo a sala da sede da Junta de Freguesia Nossa Senhora do Pópulo.
Sessão na sede da Junta de Freguesia de Nossa Senhora do Pópulo

Segundo o presidente da Comissão para a Defesa da Linha do Oeste, a decisão de acabar com aquele troço ferroviário “irá favorecer o interesse dos grandes grupos privados do transporte rodoviário de passageiros”, acrescentando que isso é já uma realidade “devido à redução de horários, tempos de viagem e preços praticados que afastam os passageiros, empurrando-os para o transporte rodoviário”. Relatou ainda que os Manuel Rodrigues foi ferroviário durante 41 anos e recordou que em 1972 foi colocado na Estação do Bouro, terminando a sua carreira na estação de São Martinho do Porto. Realçou a importância que a linha do Oeste tinha nessa altura no serviço rodoviário nacional, referindo que os horários dos comboios eram discutidos com as autarquias, escolas e comerciantes. Recordou ainda que em 1988 participou numa reunião onde na altura já se dizia que o serviço de passageiros a norte de Caldas da Rainha é para encerrar. dos elementos que usou da palavra, deixando um sinal em favor da linha do Oeste, referindo que é um sinal de vitalidade e de ligação à vida das populações e “isso está representado no desenho de Rafael Bordalo Pinheiro que Presente na sessão pública esteve

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