“In Tenebris/Troika City” existe uma sequência de diálogos e de formas poéticas, do verso livre à canção de embalar, que “confronta os espetadores com a revelação do modo de funcionamento do capitalismo, que se autogera regenerando constantemente a sua disfuncionalidade genética ao serviço do capital financeiro globalizado e sempre mutante”. “É uma denúncia de como a política atual é um serviço claro às imposições dos especuladores e da usura mais extremista, depois do esbulho descarado daquilo que constituía um estado social já mínimo. É isso que a “Troika City” é. Pagas a dívida ao preço da destruição da democracia, da generalização da pobreza e da mercantilização generalizada dos afetos”, descreve o Teatro da Rainha. A interpretação é de José Carlos Faria e Victor Santos, que podem ser vistos ainda até ao dia 31 de maio, todos os sábados, às 21h30. A sala estúdio do Teatro da Rainha situa-se no largo da Universidade, no edifício dois.
Peça cerâmica de Mário Reis assinala início de mandato de António José Seguro
O artista cerâmico Mário Reis fez uma peça para assinalar a tomada de posse do novo Presidente da República, a que deu a designação “Segurem-me”.



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