Caldas SC: 0 Sporting CP: 5 Depois de na jornada passada terem defrontado o SL Benfica no Seixal, os jogadores do Caldas receberam na Quinta da Boneca outro “grande” da sua série, o Sporting CP. O Sporting vinha às Caldas com o segundo lugar mais que garantido e como a equipa mais concretizadora do campeonato, com quase cem golos marcados, e neste jogo confirmaria não só o seu favoritismo como a sua capacidade concretizadora. Tal como no jogo passado, o início caracterizou-se por ter o Caldas posse de bola e a jogar no meio campo adversário, mas tal como nesse jogo aconteceu, sofre o primeiro golo novamente em falhas de marcação e de concentração no centro da defesa e logo aos quatro minutos na primeira situação de perigo do Sporting. Mais uma vez era um balde de água fria por todo o trabalho desenvolvido ao longo da semana no sentido de não sofrer golos desta forma. O Caldas tentou reagir mas seriam os leões que, utilizando transições muito rápidas, conseguiam criar perigo junto da área caldense, fazendo com que um nervoso Bernardo Custódio e a sua defesa passassem por alguns calafrios. Só mesmo a partir dos quinze minutos e com acerto nas posições, transições e com mais concentração é que os caldenses conseguiram equilibrar o jogo, mas tal como na passada semana no Seixal, quando estavam melhor foi quando sofreram o 2-0. Até ao intervalo o jogo foi repartido e muito mal jogado pelas duas equipas, acabando a primeira parte com três remates para o Sporting e um para a equipa da casa. Com a chegada da segunda parte entraram Pedro Costa, João Silvério e Breno Capitão, jogando assim o Caldas num claro 4:1:3:2 que deu alguns frutos no início, tendo o Caldas mais posse de bola e um jogo mais aberto e rápido. Ainda assim, seriam dos forasteiros as melhores oportunidades nestes primeiros minutos, com cruzamentos para a área muito difíceis de defender. O Caldas aguentaria até aos 48 minutos, momento em que o Sporting faria dois golos no espaço de dois minutos. Logo de seguida, e na sequência de um canto, Pedro Costa, que saltou mais alto que todos faria um belo golo de cabeça, chegando assim o 4-1, resultado que, até ao momento e pelo que as equipas fizeram, seria o mais justo. Até ao final, e já com a entrada de Rafael Paulo aos 55 minutos e André Quaresma aos 63, o Caldas tentou empurrar o Sporting na busca do 4-2 mas foram os atletas leoninos que fariam mais um golo na última jogada do desafio, mais uma vez evidenciando o jogo menos bom da defesa caldense. Foi um jogo que demonstrou um Caldas mais apático e desconcentrado perante uma equipa que é muito forte nas transições, pois os seus atletas evidenciaram superioridade ao nível da velocidade, força e técnica individual.
Campeonato Nacional Juniores C – Série E
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