O Hospital Termal já não tem legionella. Pelo menos é o que agora dizem os responsáveis que depois de omitirem a primeira informação ao JORNAL das CALDAS revelam que foram realizadas novas análises que deram negativo à presença da bactéria. Recorde-se que o presidente do conselho de administração do Centro Hospitalar Oeste Norte, no dia 9 disse ao JORNAL das CALDAS que foi antecipada a suspensão dos tratamentos para substituição de peças, numa condição normal, e que havia outra razão, mas já nessa altura suspeitava da presença de bactérias no sistema de hidrologia do Hospital Termal, uma vez que o delegado de saúde público foi contactado no início do ano por se suspeitar de problemas na tubagem. O resultado das análises só foi formalizado no dia 11 de janeiro, mas já no dia 6, altura da colheita havia indícios da presença da bactéria. Carlos Sá, justificando a ausência de informação ao JORNAL das CALDAS devido a esta situação, voltou a dizer que “o encerramento não esteve relacionado com legionella. Tivemos de antecipar o encerramento devido a uma avaria numa bomba que puxa e dá pressão à água termal. Durante esta operação surgiram análises que detetaram legionella. Mas nessa fase já o hospital estava encerrado. Entretanto já realizámos novas análises e não foi detetada legionella”. Carlos Sá tentando minimizar a situação revelou ao JORNAL das CALDAS que o Hospital Termal vai reabrir na parte dos tratamentos termais, no dia 18 de fevereiro. Carlos Nunes, delegado de saúde pública, confirmou que na primeira semana de janeiro reuniu com os técnicos do Hospital Termal por haver suspeitas de problemas na tubagem, tendo sido realizada uma colheita que veio a confirmar a legionella. “Só tive a confirmação de haver legionella, num ofício da administração, no dia 11 de janeiro”, afirmou Carlos Nunes, que disse ainda que “a administração já tinha suspendido os tratamentos antes da análise por haver suspeitas”. O delegado de saúde pública adiantou que o Hospital Termal só volta a abrir quando as condições estiverem normalizadas em termos analíticos. Jorge Nunes considera que o encerramento ou suspensão dos tratamentos termais poderá voltar a acontecer porque o Hospital Termal tem todas as condições para o surgimento destas e outras bactérias. “Qualquer estabelecimento termal, devido às temperaturas das águas e pelo complexo sistema de canalizações, subestações e furos, é propício ao aparecimento de bactérias. É quase normal e é de esperar que por mais cuidados que os gestores tenham, que de vez em quando apareça legionella ou pseudomonas. É uma situação que não é rara. Como são bactérias patogénicas, obriga à suspensão dos tratamentos”. Este problema podia ser resolvido se houvesse outra canalização que pudesse trabalhar quando são detetadas bactérias numa. Acontece que não há dinheiro para que isso aconteça, nem uma estratégia para se resolver este problema. Carlos Barroso
Hospital Termal já não tem legionella
19 de Janeiro, 2012
O Hospital Termal já não tem legionella. Pelo menos é o que agora dizem os responsáveis que depois de omitirem a primeira informação ao JORNAL das CALDAS revelam que foram realizadas novas análises que deram negativo à presença da bactéria. Recorde-se que o presidente do conselho de administração do Centro Hospitalar Oeste Norte, no dia […]
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