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Peniche acolheu Campeonato Euro-Africano de Pesca Submarina

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O atleta português Jody Lot recebeu a medalha de ouro e sagrou-se Campeão da Europa e de África de Pesca Submarina 2011 e Portugal classificou-se em segundo lugar por equipas, no dia 18 de Setembro, em Peniche. A defender as cores nacionais nesta importante competição internacional esteve também o experiente atleta Rui Torres, que se […]
Peniche acolheu Campeonato Euro-Africano de Pesca Submarina

O atleta português Jody Lot recebeu a medalha de ouro e sagrou-se Campeão da Europa e de África de Pesca Submarina 2011 e Portugal classificou-se em segundo lugar por equipas, no dia 18 de Setembro, em Peniche. A defender as cores nacionais nesta importante competição internacional esteve também o experiente atleta Rui Torres, que se classificou em quarto lugar, falhando o pódio por muito pouco, e o atleta Luís Prata, que se classificou em décimo sétimo lugar. O atleta Jody Lot conquistou também o troféu de maior exemplar pela captura de uma abrótea com 3,885 kg no decurso da segunda jornada do Campeonato. Na classificação final por equipas, a Espanha foi a vencedora com 476.761 pontos percentuais, seguiu-se Portugal em segundo lugar com 386.426 pontos percentuais e a Grécia em terceiro lugar com 263,233 pontos percentuais. Com esta classificação Portugal garantiu o seu apuramento para disputar o próximo Campeonato do Mundo, em 2012, na Galiza – Espanha. Este Campeonato, que decorreu de 15 a 18 de Setembro, ficou marcado pelas duras condições de mar que se fizeram sentir na costa atlântica, com forte agitação marítima e temperaturas da água do mar a rondar os 14 ºC, ventos fortes de N/E no primeiro dia e muito fortes no segundo dia (cerca 60 Km/h). As condições de vento extremo e agitação marítima, degradaram significativamente a visibilidade das águas, particularmente na zona 2 (Porto Novo – Santa Cruz) escolhida para o primeiro dia e menos na zona 1 (Consolação – Peralta) escolhida para a segunda jornada. Nesta competição participaram 42 atletas em representação de 15 países: Argélia, África do Sul, Bulgária, Croácia, Eslovénia, Espanha, Finlândia, Grécia, Itália, Portugal, Grã-Bretanha, Rússia, San Marino, Turquia e Ucrânia. Cada jornada teve a duração de cinco horas e foram utilizadas mais de 50 embarcações distribuídas pelos atletas, organização, Marinha e bombeiros. O capitão da Selecção Nacional, Jorge Torres, congratulou-se com os excelentes resultados obtidos. “Estou extremamente satisfeito com os resultados da nossa Selecção, provámos que apesar das adversidades e dos imprevistos, realizámos um trabalho sério de planeamento e preparação, que nos ajudou a conquistar a medalha de ouro e o título de Campeão da Europa do Jody e, por muito pouco, quase chegávamos à medalha de bronze, com o quarto lugar do Rui”, referiu. Adiantando também a respeito do desenrolar da competição que “como equipa teríamos feito ainda melhor que Vice-Campeões da Europa e África, se as condições de pesca nas zonas de competição fossem mais equilibradas. A zona de prova escolhida pelo Júri para a primeira jornada não nos ajudou, pelas fracas condições de pesca, deitando por terra grande parte do nosso trabalho de preparação, acentuando o factor sorte na captura em detrimento da técnica e da arte do pescador, e privilegiando os nossos mais directos adversários pelo facto desta opção nivelar as possibilidades”. Foram realizados dois sorteios dos maiores exemplares capturados, no final de cada dia de prova, que brindaram o público assistente que se deslocou até Peniche para acompanharem de perto esta competição internacional. As restantes capturas de ambas as jornadas foram doadas pela organização ao Centro de Solidariedade Social e Cultural de Peniche. A pesca submarina é das modalidades subaquáticas mais populares em Portugal e é praticada, exclusivamente, em apneia por milhares de adeptos da competição e com fins lúdicos. Pode ser praticada por atletas de competição de uma faixa etária mais alargada do que o habitual noutras modalidades, para além dos 40 anos. Habitualmente é usado como equipamento básico a mascara, tubo, barbatanas, fato de mergulho, meias, luvas, cinto com lastro, bóia ou prancha de sinalização, lanterna, entre outros, bem como diversos equipamentos complementares ou de apoio, nomeadamente, embarcação. Esta modalidade subaquática tem por base a captura em número reduzido de espécies marinhas no seu habitat natural através da utilização de um arpão ou arma, de forma selectiva, protegendo e respeitando as espécies raras ou ameaçadas de extinção.

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