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Life Fotodepilação ajuda doentes de fibromialgia e trata da estética

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Abriu a Life Fotodepilação na urbanização Vila Pouquet, nas Caldas da Rainha, um espaço que promete ajudar muito os doentes de fibromialgia e não só, já que o bem estar está patente no consultório de Amélia Antunes. A proprietária explica que a fotodepilação “é feita através de luz pulsada e, por isso, não definitiva. Não […]
Life Fotodepilação ajuda doentes de fibromialgia e trata da estética

Abriu a Life Fotodepilação na urbanização Vila Pouquet, nas Caldas da Rainha, um espaço que promete ajudar muito os doentes de fibromialgia e não só, já que o bem estar está patente no consultório de Amélia Antunes. A proprietária explica que a fotodepilação “é feita através de luz pulsada e, por isso, não definitiva. Não é como o laser, que é mais abrasivo. Ao fim de algumas sessões o pêlo vai diminuindo. É um processo que resulta muito bem e, feito adequadamente, a pessoa não tem contra indicações de queimaduras”. Acrescenta que depois a pessoa “terá de ter alguns cuidados com o sol, não se pode estar bronzeado e fazer, não se pode apanhar sol, mas é um processo com eficácia”. O projecto surgiu “para dar força a todas as pessoas com problemas”, uma vez que também ela é doente de fibromialgia. Devido à sua doença tem também um espaço de massagens de relaxamento. “A fibromialgia é uma doença de dor, invisível. Há dias muito complicados. Há massagens especiais para os doentes de fibromialgia, que são mais leves, que serão dadas por duas terapeutas, consoante as marcações”, relatou. Na parte estética deste espaço está um consultório do clinico Vítor Junqueira, que pode fazer alguns milagres da cinturinha das senhoras e homens, além de fazer consultas de dietética. A Life Fotodepilação abriu com a parceria do núcleo de fibromialgia das Caldas da Rainha, tendo Margarida Rézio, coordenadora local, referido que o papel da organização foi estimular as sócias. “Há muitas senhoras que se desempregam porque não conseguem aguentar os ritmos de trabalho. É uma doença mal compreendida. Muitas vezes acontece o que aconteceu com a Amélia. Ficam doentes, sentem que não são capazes e abandonam o trabalho. Aqui a função do núcleo é estimulá-las. A função primordial é que os portadores de fibromialgia estejam ocupados e, dentro do que possam fazer, tenham uma actividade e que sejam úteis”, disse. “Há muitos portadores de fibromialgia que se suicidam e esse é um problema importante dentro da doença. Em termos económicos o maior número são as pessoas que se reformam e ficam com reformas muito baixas. O que o núcleo tentou fazer foi junto de várias entidades, depois de tentar perceber quais são as maiores necessidades das sócias, fazer protocolos. Amélia Antunes foi uma das pessoas que fez protocolo no sentido de ajudar as colegas de fibromialgia, em que os valores que pagamos são mais baixos do que os comuns, recebendo o desconto de 10 por cento nos tratamentos e serviços”, indicou Margarida Rézio. O núcleo de fibromialgia das Caldas terá a sua apresentação pública no dia 1 de Outubro no Hospital Termal. Carlos Barroso

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