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Venda de artesanato pouco animada

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Louie Russo Trio ajudou à feira de Artesanato que se realizou no Largo José Barbosa, em mais uma sexta-feira de Verão caldense. Os artesãos acabaram por se queixar da falta de divulgação e dos poucos recursos dos visitantes. “Os eventos são bons mas é pena por serem divulgados no final do Verão, porque já há […]
Venda de artesanato pouco animada

Louie Russo Trio ajudou à feira de Artesanato que se realizou no Largo José Barbosa, em mais uma sexta-feira de Verão caldense. Os artesãos acabaram por se queixar da falta de divulgação e dos poucos recursos dos visitantes. “Os eventos são bons mas é pena por serem divulgados no final do Verão, porque já há poucos turistas na cidade. Julgo que mesmo assim devem fazer estas iniciativas mais vezes e em mais pontos da cidade, em outros largos e em praças”, disse uma das artesãs presentes. Maria Gomes, que vendeu quadros de pintura de bordados, com preços entre os 50 a 180 euros, considerou também que venda de artesanato com as bandas a actuar ajuda a que pelo menos as pessoas passem pelo Largo, uma vez que em outras noites de venda de artesanato, sem animação associada, não se via quase ninguém na rua. Opinião idêntica tem Ilda Rodrigues, que não conseguiu vender nada tal, como a anterior artesã, apesar de ter peças entre os 8 e os 20 euros. No seu entender, as vendas são fracas devido à falta de dinheiro e à falta de divulgação das iniciativas. “As pessoas estão retraídas e depois, como não sabem que estamos aqui, pior. Faltou música numa das sextas-feiras de venda de artesanato para haver mais público”, disse. Hugo Graça, que vendeu peças em barro entre os 5 e os 25 euros, disse que esta última sexta-feira “foi muito fraca porque havia menos pessoas”, esclarecendo que a iniciativa da venda de artesanato “tem vindo a decair à medida que o Verão se aproxima do fim”. “As pessoas só sabem que estamos aqui pelo barulho que as bandas fazem, porque, de resto, não sabem o que se passa aqui. Eu, durante as primeiras iniciativas, vendi algumas peças e fiz contactos. Depois havia mais turistas no início e agora há muito menos gente”, manifestou. Carlos Barroso

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