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Turistas e comerciantes querem mais animação

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As colectividades, grupos musicais, comerciantes e Câmara Municipal devem-se unir e dinamizar a actividade cultural da cidade, criando espectáculos para atrair turistas. Esta é uma ideia que passa depois de uma iniciativa que decorreu no Beco do Forno, no passado dia 16 de Agosto, onde actuou o grupo Entrelinhas. O espaço ficou bem composto e […]
Turistas e comerciantes querem mais animação

As colectividades, grupos musicais, comerciantes e Câmara Municipal devem-se unir e dinamizar a actividade cultural da cidade, criando espectáculos para atrair turistas. Esta é uma ideia que passa depois de uma iniciativa que decorreu no Beco do Forno, no passado dia 16 de Agosto, onde actuou o grupo Entrelinhas. O espaço ficou bem composto e muitos caldenses e alguns turistas espanhóis que estão no Hotel Cristal aproveitaram para ouvir um pouco de fado, numa noite animada e que nem eles esperavam que havia. “Estávamos de passagem e ouvimos música e viemos ver. Está um bom espectáculo e boa música. Esta surpresa é bastante agradável, nesta cidade muito bonita”, disse um casal de espanhóis. Paulo Feliciano comerciante da Casa Antero reforçou a falta de divulgação das actividades por parte da autarquia ao mesmo tempo que considera que só com parcerias se pode atravessar o momentos menos positivo que o país atravessa a nível económico. “As coisas tem de ser bem divulgas. Este é um problema grave desta autarquia” sublinha o gerente da Casa Antero que considera que “este tipo de iniciativas não devem apenas acontecer no Verão, mas sim ao longo do ano e sempre que o tempo o permita. Há espaços que se podem aproveitar para fazer animação ao longo do ano. A cidade precisa de atrair gente e as pessoas só aparecem se houver animação”, disse. Paulo Feliciano mostra-se receoso com os próximos tempos e por isso mesmo julga que só em conjunto se poderá ultrapassar ou minimizar a crise. “Estamos com receio com aquilo que está para vir. Sentimos que não vai ser fácil e pouca gente vai resistir. A cidade está fechada e este momento de crise é uma boa altura para unir as pessoas e as instituições, desenvolvendo alguns projectos”, disse o empresário, que desta forma lança um desafio às organizações locais para desenvolverem actividades com a prata da casa. Carlos Barroso

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