A Capitania do Porto de Peniche “não registou” no ano passado e até ao dia 10 de Agosto qualquer multa a banhistas. A informação foi vinculada pelo capitão do porto, Patrocínio Tomás. Perante este facto pode deduzir-se uma de duas situações. Ou os banhistas na zona são cumpridores das regras, ou então os infractores não são apanhados, daí a ausência de contra ordenações. Certo, é que é raro o dia em que não se veja ou oiça um nadador salvador a chamar à atenção para a sinalização ou das regras de estar na praia em comunidade, a um banhista. Isto significa que os nadadores salvadores além de promoverem a segurança, são amigos dos infractores e reincidentes em desrespeitar as regras balneares, porque não chamam a autoridade marítima. Mas esta situação não acontece apenas nas praias do Oeste. É que a nível nacional, a Marinha apenas registou nove contra ordenações desde a época balnear de 2010, até ao mês de Junho passado. A marinha sublinha mesmo que os nadadores salvadores, “só chamam os elementos da Polícia Marítima em casos extremos”. Os infractores frequentaram praias portuguesas vigiadas, sob a jurisdição dos 28 comandos locais da Autoridade Marítima, que na maioria dos casos devido ao desrespeito pela sinalização perante a bandeira amarela ou vermelha, foram multados. Os valores das coimas, na sua generalidade, variam entre 10 e 750 euros, mas muitos nadadores-salvadores já perderam a conta às infracções cometidas anualmente, desde banhos em áreas proibidas até aos jogos com bola e de raquetas, em zonas concessionadas, sem esquecer a presença de pessoas nas praias acompanhadas por cães e a permanência junto à base das falésias em risco de queda. Carlos Barroso
Multas nas Praias são pouco aplicadas
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