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Escola de Hotelaria e Turismo do Oeste

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Formar para ter melhor Turismo “Para ultrapassar a grave situação económica e financeira que Portugal vive, reputados especialistas de diversas áreas têm afirmado que a recuperação da nossa economia pode ser alavancada com uma aposta séria no sector turístico e, de uma forma geral, incentivando as exportações dos nossos principais sectores produtivos”, aponta Daniel Pinto, […]
Escola de Hotelaria e Turismo do Oeste

Formar para ter melhor Turismo “Para ultrapassar a grave situação económica e financeira que Portugal vive, reputados especialistas de diversas áreas têm afirmado que a recuperação da nossa economia pode ser alavancada com uma aposta séria no sector turístico e, de uma forma geral, incentivando as exportações dos nossos principais sectores produtivos”, aponta Daniel Pinto, director da Escola de Hotelaria e Turismo do Oeste. Considerando o Turismo com um dos “clusters” prioritários, o responsável sublinha que “a posição geopolítica e a competitividade do país podem melhorar se houver uma estratégia clara e ambiciosa para a Economia do Turismo”. “Portugal é uma marca forte que precisa de mais e melhor marketing turístico”, afirma. “Mais e melhor Turismo passa, necessariamente, por mais e melhor formação profissional no sector”, sustenta o director da Escola de Hotelaria e Turismo do Oeste. Segundo Daniel Pinto, com a inauguração, em 1957, da Escola de Hotelaria e Turismo de Lisboa, “iniciou-se um brilhante percurso de intervenção na qualificação dos recursos humanos”. Actualmente existem dezasseis Escolas na rede do Turismo de Portugal, cuja fundamental missão é dotar as empresas de hotelaria, restauração e turismo, sejam estas nacionais ou estrangeiras, independentes ou de cadeia, com os melhores profissionais. “A Escola de Hotelaria e Turismo do Oeste está situada em Caldas da Rainha e Óbidos, no coração da Região Oeste, território identificado no PENT – Plano Estratégico Nacional do Turismo – como crucial para a diversificação do Turismo Nacional, estando dotada com os equipamentos e requisitos imperativos para uma formação técnica e profissional de qualidade”, descreve Daniel Pinto. “Procurando incutir o espírito de iniciativa, autonomia, grupo, polivalência e inovação, factores fundamentais para um correcto desempenho profissional, a “Escola do Oeste” ministra diversos cursos nos níveis IV e V. A ambição é de ter presente, em cada canto do Mundo, um pouco de Portugal, através da presença dos nossos antigos alunos, herdeiros da arte que bem receber, que como poucos povos, os Portugueses tão bem dominam. Quando olhamos o futuro temos que perceber que o nosso melhor investimento está na Educação e Formação”, manifesta. Na Escola de Hotelaria e Turismo do Oeste estão abertas inscrições para os Cursos de Dupla Certificação (Nível IV) – para quem tem o 9º ano – em Operações Turísticas e Hoteleiras, Técnicas de Serviço de Restauração e Bebidas, e Técnicas de Cozinha/Pastelaria. Para quem tem o 11º ano existem os Cursos On The Job (nível IV) de Técnicas de Recepção Hoteleira e para quem o 12º ano há Cursos de Especialização Tecnológica (nível V) de Gestão e Produção de Pastelaria, e Gestão de Turismo. Formados em Turismo com 80% de taxa de actividade A Escola de Hotelaria e Turismo do Oeste revelou que dos perto de mil alunos das escolas do Turismo de Portugal que completaram o seu curso no ano passado, destaca-se que de entre 80%, 41% está empregado e 39% prosseguiram estudos. Dos empregados, 87% trabalham no sector, e quase todos (60%) conseguiram colocação rapidamente, em menos de um mês. Dos empregados, 26% ficou colocado no local de estágio, 62% estão contratados a termo, com um salário entre 476 e 750 euros, 12% aufere menos de 476 euros, e 16% entre 750 e mil euros, com 4% a superar os 1500 euros de salário. A taxa de desemprego entre os alunos formados é superior no sexo feminino: 26% contra 17% nos homens, sendo a média de 20%. Já a taxa de alunas formadas que prosseguem estudos é semelhante à dos homens, sendo superior em apenas um ponto percentual, com 39-38%. No entanto, a taxa de inserção profissional dos alunos das escolas de turismo tem vindo a descer de forma marcada no último ano, uma evolução que se conjuga com o aumento dos que prosseguem estudos após a formação inicial. Assim, se em 2008 a taxa de inserção profissional foi de 56%, em 2009 desceu para 54%, e em 2010 caiu mais abruptamente, para 41%. O estudo foi realizado com base num universo de 981 alunos formados em 2010, com uma taxa de resposta de 57%, correspondente a 558 alunos. Francisco Gomes

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