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Reclusos recusam alimentação

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A delegação de Saúde Pública das Caldas da Rainha foi chamada ao Estabelecimento Prisional (EP) da cidade porque os reclusos rejeitaram comer o jantar, na passada semana. Esta acção de fiscalização foi solicitada pelo EP, segundo confirmou a delegada de saúde pública, que garantiu que realizou uma colheita da alimentação em questão. No dia seguinte, […]

A delegação de Saúde Pública das Caldas da Rainha foi chamada ao Estabelecimento Prisional (EP) da cidade porque os reclusos rejeitaram comer o jantar, na passada semana. Esta acção de fiscalização foi solicitada pelo EP, segundo confirmou a delegada de saúde pública, que garantiu que realizou uma colheita da alimentação em questão. No dia seguinte, segundo a mesma fonte, uma equipa da delegação de saúde pública das Caldas fez uma vistoria às instalações da empresa que fornece as refeições ao EP das Caldas, tendo realizado nova colheita de alimentos. Segundo a delegada de saúde pública, todo o expediente foi enviado para as entidades competentes a fim de ser realizada uma nova vistoria, que se aguarda ser breve. Segundo apurámos, no dia em que a saúde pública foi chamada ao EP, alguns reclusos recusaram entrar nas celas em protesto pela forma como as alimentações têm vindo a ser confeccionadas. Estes protestos surgem depois do JORNAL das CALDAS ter recebido duas cartas anónimas de reclusos que se queixam da fraca qualidade da alimentação ali fornecida. A empresa que confecciona as refeições é uma entidade externa e que venceu um concurso público. Carlos Barroso

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