SC Caldas: 3 Ala Nun’Álvares de Gondomar: 2 Parciais: 23 – 25 / 20 – 25 / 25 – 20 / 25 – 12 / 15 – 9 Árbitro: Luísa Barbeiro Sporting das Caldas: Yasmin Mendonça, Adriana Saraiva, Mariana Pires, Beatriz Silva, Rute Almeida, Margarida Reis, Inês Caetano, Sabina Comendinha, Oleksandra Povkhe Teresa Galeão Treinador: Luís Godinho Ala Nun’Álvares: Rayna Medina, Elsa Ascensão, Raquel Teixeira, Bárbara Lima, Inês Francisco, Daniela Costa, Ana Rocha, Erica Moura, Maria Resende, Ângela Santos e Ana Leite Treinador: Tiago Rocha Depois de uma tarde de sábado a terminar da pior maneira com a derrota das juvenis caldenses, o domingo foi extraordinariamente emocionante com um jogo decalcado do acontecido no dia anterior mas de forma inversa, desta feita com a vitória a sorrir para as locais. Se no primeiro dia as sportinguistas estiveram à frente e com boas possibilidades de vencer, acabando por perder, já neste jogo as jogadoras começaram algo afectadas pelo resultado anterior e tiveram alguma dificuldade em acreditar nas suas capacidades mas, puxando de toda a sua garra e concentração conseguiram atingir uma vitória muito difícil mas justa. Não é, no entanto, possível dissociar este jogo e algumas das suas peripécias da má arbitragem que no primeiro set transforma um ponto que daria o 24 – 20 para o Sporting das Caldas num 23 – 21 e clara desconcentração das locais que acabariam por vir a ceder este set. A partir daqui permitiu cenas impensáveis de ambas as partes, com pura passividade, apenas mostrando um cartão amarelo à capitã caldense que se excedeu nos protestos. Com muita contestação na bancada a árbitro perdeu claramente o controlo e sucederam-se os erros para ambos os lados. Foi um caso claro de falta de capacidade de controlo e de aplicação das regras e leis. No que ao jogo diz respeito, que é o mais importante, assistiu-se a muito bom voleibol jogado por duas equipas muito boas e com excelentes executantes. As gondomarenses souberam gerir o jogo nos dois primeiros sets e, se no primeiro há alguma influência da arbitragem, já no segundo não há discussão. Depois vem a “remontada” caldense com um terceiro set de raiva e um quarto em que as nortenhas baquearam, tendo o seu treinador optado por fazer descansar as suas titulares para a negra e daí a desvantagem de 13 pontos. Na negra foram sempre as locais a controlar, sabendo reagir bem a muitas provocações e conseguindo fechar o jogo com seis pontos à maior. No final foi preciso algum tempo para serenar os ânimos um pouco exaltados mas acabando numa saudação final com elevação de ambos os lados onde também aqui a árbitro não mostrou estar à altura pois mostrou vontade de terminar o jogo sem que as atletas se cumprimentassem, o que não entendemos como aceitável, sobretudo tratando-se de jovens ainda em fase de formação.
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