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Desculpas sobre a associação De Volta a Casa Sou colaborador do sr. Joaquim Sá há já vinte anos. Quando lhe foi cedido pela Câmara Municipal o edifício onde passou a funcionar a associação “De Volta a Casa”, continuei a colaborar. Mas por força das circunstâncias tornei-me também utente. Nesta condição, sinto-me na obrigação de elucidar […]

Desculpas sobre a associação De Volta a Casa Sou colaborador do sr. Joaquim Sá há já vinte anos. Quando lhe foi cedido pela Câmara Municipal o edifício onde passou a funcionar a associação “De Volta a Casa”, continuei a colaborar. Mas por força das circunstâncias tornei-me também utente. Nesta condição, sinto-me na obrigação de elucidar as pessoas que leram as desculpas esfarrapadas da senhora vereadora Maria da Conceição. Começo por dizer que naquela casa há vários anos que não entram arrumadores de carros e toxicodependentes muitos poucos. E inclusivamente, esses, na medida do possível, têm sido encaminhados para centros de tratamento pelo Joaquim Sá. Para além disto, afirmo com plena convicção que a senhora vereadora mentiu quando disse que aquela casa era frequentada por marginais e que a polícia se queixava de ter de intervir com frequência. É mentira! Porque a polícia apenas foi chamada a intervir para evitar desacatos 3 ou 4 vezes. Sendo a última vez já por volta de 2005 ou 2006. O que significa que o Joaquim conseguiu criar um ambiente de tranquilidade neste últimos anos. É realmente verdade que voltaram mais algumas vezes nos últimos anos. Mas apenas para entregar algumas notificações ou procurar alguém, que erradamente pensavam que poderiam encontrar naquele local. A senhora vereadora mentiu também quando afirmou que ali existia falta de higiene. Essa foi muito baixa! Pois ela sabe perfeitamente que na altura em que visitou ou mandou visitar o local, este se encontrava em obras. E também deveria saber que as obras só ficam completamente limpas depois de acabadas. Quanto ao serviço da cozinha: desde a confecção dos alimentos à limpeza da louça, talheres e atá das instalações onde se serviam as refeições, sempre estiveram à altura de qualquer restaurante da cidade. E nem houve nunca qualquer problema de saúde, ao contrário de outros locais onde se servem refeições em que as pessoas têm tido problemas, até de intoxicações alimentares. Além disso, a ASAE visitou as instalações há pouco mais de um ano e nada encontrou de reprovável. Portanto, a senhora vereadora mentiu. Ainda em relação à afirmação que a senhora fez, dizendo que as assistentes sociais foram maltratadas, quando foram espiar as pessoas que continuam a usufruir das refeições fornecidas pelo Joaquim, na altura na Mata. Ou mentiu ou foi mal informada. É verdade que o sr. Joaquim Sá pediu para ninguém dar o nome. Mas apenas eu próprio me dirigi a uma delas e perguntei o que faziam ali e para que queriam os nossos nomes. Tendo ela respondido que não tinha explicação a dar a ninguém. Foi por isto que eu lhes disse que tínhamos direito a uma explicação porque eram coisas que nos diziam respeito e não vivíamos num pais fascista ou monárquico, onde impera o lema do quero, posso e mando. Não houve qualquer falta de respeito para com as senhoras. Por tudo isto deixo a esta senhora, a quem alguém chamou “de dama de ferro“, o seguinte recado: “Minha senhora! A mentira só dura enquanto a verdade não surge”. José Manuel Almeida

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