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“Cidadania participativa” deu votos a Fernando Nobre

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Foi uma “vitória da cidadania participativa”, disse Teresa Serrenho, directora da campanha de Fernando Nobre no sul de distrito de Leiria. Em declarações ao JORNAL DAS CALDAS comentou o resultado eleitoral do médico fundador da AMI, considerando que, mesmo sem segunda volta, o resultado “é histórico para uma candidatura independente”. Nobre alcançou 14,12% dos votos […]
Cidadania participativa deu votos a Fernando Nobre

Foi uma “vitória da cidadania participativa”, disse Teresa Serrenho, directora da campanha de Fernando Nobre no sul de distrito de Leiria. Em declarações ao JORNAL DAS CALDAS comentou o resultado eleitoral do médico fundador da AMI, considerando que, mesmo sem segunda volta, o resultado “é histórico para uma candidatura independente”. Nobre alcançou 14,12% dos votos e segundo esta responsável, foi uma candidatura sem nenhum apoio de máquina partidária. “Não tínhamos meios nenhuns, éramos um grupo de pessoas que não nos conhecíamos, não havia financiamentos”, apontou Teresa Serrenho, que aproveitou para criticar o “tratamento desigual” da imprensa. “A comunicação social foi terrível, não houve apoios absolutamente nenhuns, não é preciso ter cartazes quando têm a imprensa a apresentá-los hora a hora”, disse. Com estas dificuldades todas, esta responsável considera 600 mil votos, “muito voto”. No distrito de Leiria, o médico colado a Manuel Alegre. Teresa Serrenho manifestou que se houvesse mais distritos com uma capacidade de mobilização como o de Leiria talvez tivesse tido mais votos. O candidato esteve nas Caldas da Rainha na última semana de campanha, já após o fecho da edição do jornal da semana passada, pelo que não foi possível relatar a sua presença. Para Teresa Serrenho este movimento deu “uma lição de cidadania às pessoas” e considera que o “país vai ter que ter isso em conta e mudar um pouco”. Destacou ainda que é importante que os partidos políticos percebam que “não são donos de Portugal e que há pessoas a pensar de outra forma”. Para Teresa Serrenho a candidatura de Fernando Nobre ergueu-se em nome de “valores e ideias”. Marlene Sousa

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