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Médico das Caldas candidato à Ordem dos Médicos no Oeste

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Pedro Coito é o candidato a presidente do conselho distrital na única lista em concurso da Ordem dos Médicos no Oeste, tendo como vogais os médicos António Curado, Cristina Teotónio, Isabel Ramos e Rosário Monteiro. As eleições para o Conselho Médico do Distrito Médico do Oeste realizam-se hoje, 19 de Janeiro. Na mesa da Assembleia […]
Médico das Caldas candidato à Ordem dos Médicos no Oeste

Pedro Coito é o candidato a presidente do conselho distrital na única lista em concurso da Ordem dos Médicos no Oeste, tendo como vogais os médicos António Curado, Cristina Teotónio, Isabel Ramos e Rosário Monteiro. As eleições para o Conselho Médico do Distrito Médico do Oeste realizam-se hoje, 19 de Janeiro. Na mesa da Assembleia geral surge como presidente Rafael Gomes, como vice-presidente está indicada Helena Almeida e o primeiro secretário é Rui Garcia e segunda secretaria é Marinela Branco. Os membros consultivos são Ana Pipa, Joana Louro e Nuno Santa Clara. O mandatário é Manuel Seixas e a delegada da Candidatura é Ana Costa. No programa de candidatura, assinado pela delegada pode ler-se que “é intenção desta lista ter maior proximidade, mas actuante e consequente, deixando de ser uma entidade sentida como distante e ineficaz pela maioria dos médicos, que mantêm com a sua Ordem uma relação que se limita ao pagamento obrigatório de quotas”. Ana Costa pretende que a Ordem dos Médicos “deva actuar de forma mais credível e visível na defesa dos médicos e dos doentes”. De um conjunto de pressupostos que estão numa carta de apresentação de intenções da candidatura pode ler-se que há intenção deste conselho distrital de “inventariar em conjunto com os colegas que o solicitarem, as carências relativas à prestação de cuidados médicos nos hospitais e Unidades de Saúde dos ACES do Distrito bem como propor soluções”. Esta lista defende também “o Serviço Nacional de Saúde e as carreiras médicas, como elemento fundamental para a qualidade da medicina praticada e para a saúde dos portugueses”. “Defender o direito de livre escolha do médico pelo doente, ultrapassando as limitações actualmente inerentes ao funcionamento do Serviço nacional de Saúde”, é outra das razões para esta candidatura. Carlos Barroso

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