III Divisão – Série E

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Caldas soma segunda derrota na salvação do Bombarral Bombarralense: 3 Caldas: 1 Bombarralense: Luís Paulo, Vilaça, Morgado, Paulo Silva, Casaleiro, Rui João, Rui Oliveira, Pitico, Serginho, Vasco e Miguel Piedade Suplentes: Rui Pedro, Marcos, Nhau, Hélder, Palatinoe Bessa. Treinador: Eduardo Silva Adjunto: Rui Roque e Luís Silva Massagista: Conchinha Delegado: Costa Pereira Caldas Sport Clube: […]
III Divisão - Série E

Caldas soma segunda derrota na salvação do Bombarral Bombarralense: 3 Caldas: 1 Bombarralense: Luís Paulo, Vilaça, Morgado, Paulo Silva, Casaleiro, Rui João, Rui Oliveira, Pitico, Serginho, Vasco e Miguel Piedade Suplentes: Rui Pedro, Marcos, Nhau, Hélder, Palatinoe Bessa. Treinador: Eduardo Silva Adjunto: Rui Roque e Luís Silva Massagista: Conchinha Delegado: Costa Pereira Caldas Sport Clube: Ricardo Campos, Tiago Santos, Rui Almeida, Pidocha, André Jesus, Fábio Sabino, João Rodrigues, João Pinto, Miguel Guerra, André Pedro e André Simões Suplentes: Marco Silva, Marcel Rosas, Miguel Pinho, Jorge Barros, Marco Duarte, Ducher e Dani Treinador: Gila Adjunto: Vala Delegado: Marques Massagista: Fonte Foi debaixo de alguns ‘olés’ que o Bombarralense venceu com sabedoria o Caldas Sport Clube numa partida em que os donos do terreno precisavam mais dos três pontos do que a turma visitante. O Caldas entrou melhor nesta partida diante o Bombarral com um remate com grande perigo. Até ao quartode hora os visitantes tinham rematado por quatro vezes, contra nenhuma dos donos do terreno. A estratégia de Gila com o futebol pelo meio estava a resultar, tanto que só pelos 17 minutos surgiu o primeiro cruzamento para a área do Bombarral e onde os caldenses causaram muito perigo. Na primeira parte só dava Caldas e aos 21 minutos novo remate com perigo. O Bombarral só ia incomodando através de livres, com o mais perigoso aos 25 minutos. Os pontapés de canto também foram uma arma dos donos do terreno, que tiveram até à meia hora de jogo dois contra nenhum do lado do Caldas. No segundo tempo, Eduardo Silva, na bancada, mexeu na equipa e fez entrar Nhau por lesão de Vilaça. Foi precisamente esta primeira alteração que mudou o rumo do encontro, porque o técnico reposicionou Morgado, para uma zona onde havia um buraco e depois da obtenção do primeiro golo por livre, o Bombarralense dominou melhor a partida, fazendo entrar ainda Marcos e Palatino, que deitaram por terra a estratégia do Caldas. Depois do primeiro golo, e depois da expulsão de Miguel Guerra por acumulação de amarelos, e perante esta nova posição táctica do adversário, os caldenses começaram a jogar com bolas despejadas para a frente, o que foi fácil para a defensiva da casa. Com superioridade numérica e sem fazer o Caldas sair do seu meio campo, o Bombarralense apontou mais dois golos e nas bancas o público foi fazendo ‘olés’ para a exibição da sua equipa. Perto do minuto 90 o Caldas conseguiu reduzir para os 3-1, depois de um livre, mas neste período dois atletas são expulsos. O primeiro foi Vasco que derrubou Sabino e viu vermelho. Depois foi Simões que antes de apontar o livre recolocou a bola e o árbitro advertiu-o com o segundo amarelo. O Caldas acumulou a segunda derrota consecutiva, o que levou Gila a assumir a responsabilidade no final do encontro de mais este desaire. “Não há nada a apontar aos jogadores do Caldas. Eles fizeram tudo que estava ao seu alcance. Se por acaso não se jogou mais, ou não se deu mais, o culpado é o treinador e eu assumo a derrota de hoje no terreno do Bombarral”, afirmou o técnico. O treinador do Caldas disse ter gostado da atitude dos seus jogadores, mas não ficou satisfeito com o resultado. Não querendo culpar o árbitro, até porque disse gostar do modo de arbitragem do juiz, Gila afirmou que Mário Soares teve dualidade de critérios no capítulo disciplinar. “Os pequenos erros que tem, são o livre que não existe e dá o primeiro golo ao Bombarralense. Isso desequilibra o rumo dos acontecimentos. Depois expulsa o Miguel Guerra. O primeiro amarelo é arrancado e foi injusto e o segundo cartão volta a ser injusto. Não quero desculpar-me com a arbitragem, porque sou responsável pelo jogo, mas hoje, para além da estrelinha do jogo, tivemos percalço da arbitragem que conduziu o jogo para a equipa adversária”, afirmou. Questionado por continuar a não ter extremos, uma vez que a equipa do Caldas só realizou quatro cruzamentos perigosos em futebol organizado e em dois deles é que tinham os dois pontas de lança, João Rodrigues e Fábio Sabino, Gila refugiou-se no sistema táctico que possui, um 4x4x2 em losango no meio campo, que flecte para o interior. “Eu jogo com um 4x4x2 e não pretendo extremos. Se num ou noutro jogo os nossos laterais não conseguem mais cruzamentos, não é isso que me está a preocupar. Não é por aí que eu perco o jogo. O meio campo que tenho, com a ajuda dos laterais, são o suficiente para, nesta fase, como foi em toda a época, romper as defensivas contrárias pelas linhas de fundo”, disse. No próximo sábado o Caldas recebe o Sintrense, onde espera voltar às vitórias, mas tem mais duas contrariedades, com a perda de Miguel Guerra e de Simões, que viram o cartão vermelho. “Espero que no próximo jogo ultrapassemos esta fase menos positiva. Teremos de ter um grande espírito de união e grande atitude”, referiu. “Andamos com problemas em conseguir o melhor onze inicial e quando estão alguns de regresso, estou deparado com a ausência do Simões e do Guerra. Essas são as partes mais negativas do jogo de hoje e tenho de procurar outras alternativas. Teremos de ter uma entrega exemplar e a baliza adversária tem de ser uma prioridade”, manifestou. Do lado do bombarralense, Eduardo Silva mostrou-se satisfeito com a vitória sobre uma equipa que em outros tempos já treinou. “Entrámos bem no jogo e demos seguimento a mais uma vitória que trouxemos de Odivelas. O Caldas entrou mais forte, teve mais posse de bola, e nós entrámos um pouco nervosos. Aos poucos fomos recompondo o Caldas por sobreaviso. Na segunda parte conseguimos fazer uma partida digna e conseguimos os golos e penso que fomos um justo vencedor”, sustentou. Eduardo Silva, que está no Bombarralense há cerca de três semanas, tem como objectivo colocar a equipa nos seis primeiros, apesar do tempo ser curto. “Temos três jogos em casa, mas o objectivo é estar nos seis primeiros para fazermos uma segunda fase mais tranquila. Temos de encarar cada jogo como uma final e as finais são todas para ganhar. Só assim podemos sair desta situação mais complicada”, disse. A tarefa do técnico é complicada, porque além da classificação não ser abonatória, o plantel é curto, com apenas 18 atletas, mas que se mostram determinados em conseguir alcançar o objectivo. “Temos 18 jogadores e nesta partida perdemos dois. Um por castigo e outro que saiu lesionado. Vai ser bastante difícil”, afirmou. Carlos Barroso

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