Jantar Micológico e Workshop Cozinha Mediterrânea A Escola de Hotelaria e Turismo do Oeste organizou no passado dia 10 um Jantar Micológico. Constituindo o resultado final do workshop interno desenvolvido no âmbito do plano de formação para os alunos do curso de Gestão e Produção de Cozinha, e sob a coordenação do chef Valdir Lubave (Pousada do Convento de Belmonte), chef de cozinha Gonçalo Melo e chef de sala Rui Filipe, ambos da Escola, estiveram envolvidos cerca de 30 futuros profissionais da cozinha e de restaurante/bar na operação de organização e serviço do jantar. Com a presença de 30 participantes, o Jantar Micológico teve a seguinte ementa: Pães, Patês e Grissinis, Capuccino de Cogumelos com Espuma de Ervas Aromáticas, Ravioli Gigante de Frutos do Mar com Pleurotus e Brotos Outonais, Vitelinha com Puré de Trufas Pretas e Creme de Morchellas de Primavera, Compota de Ananás com Gelado de Boletus e Geleia de Vinho do Porto. Apanha do cogumelo – Primeiros cuidados a ter Os principiantes deveriam começar por apanhar cogumelos com himénio em forma de tubo, uma vez que a sua identificação é mais simples e além disso não existem muitas espécies tão venenosas como nos cogumelos com himénio em forma de lâmina. Pode-se recorrer a um centro de consultoria micológica, que são instituídos no Outono em algumas cidades e freguesias e deve-se pedir a confirmação do resultado da sua identificação. Muitas associações micológicas propõem cursos sobre este tema e passeios para a apanha guiada de cogumelos, o que lhe permitirá alargar os seus conhecimentos. Só depois de conhecer bem os cogumelos com himénio em forma de tubo ou esporos e de ter adquirido experiência na sua identificação é que deverá aventurar-se em apanhar cogumelos com himénio em forma de lâmina, pois entre estes existem muitas espécies comestíveis que têm sósias perigosos. Por isso, no que diz respeito a esta classe é muito importante solicitar a um perito a sua identificação antes de consumi-los. A convicção de que os caracóis e os insectos só atacam os cogumelos comestíveis não é mais do que uma história da carochinha, assim como a crença de que os cogumelos venenosos enegrecem a prata, o alho e a cebola. O cesto é o recipiente adequado para a apanha e o transporte de cogumelos. Os sacos de plástico são absolutamente inadequados por não haver circulação de ar, o que aliado a temperaturas mais elevadas vai deteriorando rapidamente os cogumelos apanhados no próprio dia. Workshop Cozinha Mediterrânea A empresa Ivo Cutelarias organizou em conjunto com a Escola de Hotelaria e Turismo do Oeste, no anfiteatro técnico das instalações em Caldas da Rainha, o Workshop “CozinhAssim – Cozinha Mediterrânea”. Com a coordenação do Chef Rui Almeida, formador na escola, a composição da sessão foi a seguinte: Acepipes: Sardinha com Migas sobre Broa de Milho, Tomate e Vinagre Balsâmico; Entrada: Creme frio de Rúcula com Sapateira; Pratos Principais: Lulas Recheadas com Chouriço e Morcela de Arroz, sobre Tagliatelle de Manjericão e Molho de Tomate; Peru com Frutos Secos, Batata Doce e Curgete; Sobremesa: Bolo de Azeite, Mel e Nozes com Gelado de Canela e Maçã com Crocante de Azeitona. A região encontra-se unida não apenas pelo mar e o clima ameno como também por uma longa e tumultuosa história de conquistas e ocupações. Os Fenícios, os Egípcios, os Cartagineses, os Persas e os Romanos são exemplos de povos que contribuíram para a identidade mediterrânica, deixando um rasto visível de rotas comerciais e de grandes civilizações. Durante séculos, o Mar Mediterrâneo foi uma rota comercial muito activa, o que originou uma história rica em transferências culturais. Não é, portanto, surpreendente que os conceitos culinários tenham transposto barreiras nacionais, adaptando-se a pessoas com diferentes necessidades.
Escola de Hotelaria e Turismo do Oeste
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