“O país não pode viver na crise”, declarou o secretário de Estado da Floresta e do Desenvolvimento Rural, Rui Barreiro, à saída das primeiras jornadas da Caixa de Crédito Agrícola Mútuo do Cadaval. O governante, que foi substituir o ministro da Agricultura, que se encontra na China, e que havia sido convidado para estas jornadas, declarou ainda que “a região Oeste tem ânimo, apesar de todos os problemas que tem tido ao longo da vida de produção, para ajudar o país”. Segundo Rui Barreiro, há produtos como a maçã de Alcobaça ou a Pêra Rocha ou até mesmo o vinho, que “são produtos de internacionalização” e onde os produtores “têm investido e têm trabalhado” e que podem ser um motor de salvação para a crise. “Nós só conseguimos chegar mais longe se trabalharmos todos em conjunto com objectivos comuns de desenvolvimento. O sector primário pode ser um motor de desenvolvimento e neste momento é um sector que mais facilmente cria emprego. É o sector que mais facilmente consegue meter na economia rapidamente mais-valias. Eu espero que os portugueses compreendam a importância do sector primário”, afirmou. “Nós temos condições competitivas para o mercado nacional e para o mercado internacional. Face à situação económica só conseguimos superar com o aumento das exportações, com entrada de divisas. Os agricultores têm um papel essencial, que é a internacionalização da economia e o aumento das exportações”, referiu o tutelar da pasta do desenvolvimento rural. Dando exemplos de sucesso, o secretário de Estado disse que a pasta de papel “tem vindo a subir, mas temos as frutas, legumes, flores, já exportamos relva para os melhores estádios do Mundo. A Pêra Rocha chega à Polónia, não é só em Espanha e França. Temos produtos que podem lutar pelo pódio em qualquer parte do Mundo. O vinho é outro exemplo”. “Se continuarmos a produzir para o mercado interno e externo de certeza que a economia vai reagir positivamente. Temos condições de criar emprego e sacudirmos a crise que nos assola”, concluiu Rui Barreiro. Presentes nestas primeiras jornadas estiveram igualmente Carlos Loureiro, presidente da mesa da Assembleia-geral da Caixa de Crédito, João Costa Pinto, presidente do conselho de administração da unidade bancária, Francisco Avillez coordenador do grupo de peritos sobre o futuro da PAC pós 2013, e Aristides Sécio, presidente da Câmara do Cadaval, numa mesa moderada por Manuel Soares, presidente da Caixa de Crédito do Cadaval. Carlos Barroso
Secretário de Estado em jornadas na Caixa Agrícola do Cadaval
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