As maiores estrelas do surf mundial estão a caminho de Peniche para a oitava etapa do Circuito Mundial ASP de surf. A organização do Rip Curl Pro Portugal em Peniche dispõe de um orçamento total de 1,6 milhões de euros, mas garante que todos os parceiros “lucram” com a competição. De acordo com os números avançados pela Rip Curl, citados pela agência Lusa, só a parte de produção prevê gastos na ordem de um milhão de euros, aos quais acrescem os “prize-moneys” da competição masculina (400 mil dólares – cerca de 300 mil euros) e feminina (100 mil dólares – cerca de 75 mil euros). Metade do orçamento é suportado pela própria Rip Curl, enquanto os patrocinadores nacionais respondem por 40 por cento deste “bolo” e os internacionais pelos restantes 10. O Turismo de Portugal desinvestiu, relativamente a 2009, “dada a situação económica e financeira do país”, mas a diferença foi “suportada pela Rip Curl, com o objectivo de manter os parâmetros de qualidade do evento e da correspondente promoção”. Mesmo assim, a organização assegura que “todas as partes envolvidas saem a ganhar”. Só a Rip Curl – cuja facturação depende em 10 por cento da venda de fatos e pranchas e o restante de vestuário e de outros produtos – viu o seu volume de negócios aumentar 1,5 milhões de euros em Portugal, em 2009, quando foi realizado em Peniche o Rip Curl Search Pro, comparativamente a 2008. Este valor é equivalente à avaliação feita à indústria do surf na Europa, que alargando à escala mundial ascende a 10 milhões de euros. Pensado à escala global, o Rip Curl Pro Portugal 2010 terá cobertura intensiva através da Internet e das plataformas e publicações especializadas, mas também de alguns meios mais generalistas, como são o caso da Eurosport 2, na Europa, a ESPN, no Brasil, e a Fuel TV, a nível Mundial. Já em Portugal, “em relação à passada edição foi feito um ‘upgrade’ à cobertura dada pela RTP com mais conexões em directo”. Este ano, a organização espera “pelo menos igualar” o número de pessoas que assistiram à prova em 2009 nas praias de Peniche, que ascendeu a cerca de 100 mil. A organização da prova ocupa 10 pessoas durante todo o ano, um número de trabalhadores que nos dois meses que antecedem o evento aumenta até às 350, também em “full-time”. A “elite” do surf Mundial instala-se em Peniche a partir de 7 de Outubro. Os primeiros cinco dias correspondem ao período dedicado à competição feminina, sexta etapa do Circuito, em simultâneo com a prova masculina, oitava competição do ano, cuja espera se prolonga até 18 de Outubro.
Prova do circuito mundial de surf em Peniche custa 1,6 milhões de euros
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