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TSD debatem “o emprego e o trabalho”

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O núcleo dos Trabalhadores Social-Democratas (TSD) das Caldas da Rainha realizou na sede do PSD caldense, na tarde do passado dia 22, um colóquio sob o tema “O emprego e o trabalho” e concluiu que precisa de discutir mais vezes este tema com a comunidade, desafiando os outros partidos a convergirem neste debate. As conclusões […]
TSD debatem "o emprego e o trabalho"

O núcleo dos Trabalhadores Social-Democratas (TSD) das Caldas da Rainha realizou na sede do PSD caldense, na tarde do passado dia 22, um colóquio sob o tema “O emprego e o trabalho” e concluiu que precisa de discutir mais vezes este tema com a comunidade, desafiando os outros partidos a convergirem neste debate. As conclusões foram de Jorge Santos, presidente do núcleo das Caldas dos TSD, que convidou todos os partidos a estarem presentes no debate, mas nenhum compareceu, o que leva a fazer a próxima realização fora de portas. O evento registou uma afluência reduzida, tendo contado com a presença de, entre outros, António Salvador, presidente do Núcleo dos TSD da Nazaré, João Costa, vice-presidente da Comissão Política Distrital da JSD, Paulo Ribeiro, presidente da JSD Caldense e Luís Ribeiro, presidente da Assembleia Municipal de Caldas da Rainha. “Corríamos este risco de não termos muitas pessoas. Basta olhar para a estatística onde mais de 40% das pessoas não confiam nos partidos e nós não somos excepção. Por outro lado, a crise, a sensação de que todos os dias nos entram pela carteira. Nós fizemos simbolicamente este evento na sede, porque é a nossa primeira acção pública desde que tomamos posse em Fevereiro. Mas agora pretendemos realizar outros eventos num local isento onde toda a gente possa sentir mais à vontade”, declarou Jorge Santos. Jorge Santos ainda assim considera que este era um momento crucial para se falar do tema, “porque é preciso que o partido assuma as suas responsabilidades se queremos fazer a diferença pela positiva porque senão a taxa de abstenção continua a subir e a contestação social vai-se tornar mais complicada e veremos o que se passa na Grécia e na Tailândia. É preciso efectivamente que todas as forças políticas ajam com uma nova responsabilidade. Deixemo-nos de politiquices, de deixar de defender os interesses do partido acima da região ou do país e comecemos a trabalhar em equipa. O problema do desemprego é igual para alguém do PSD, do PS, do CDS, do PCP ou do Bloco. Só pode diferir é nas diferentes estratégias para resolvê-lo”. No seu entender, o problema ataca-se nas escolas, com mais formação. “A formação profissional não é apenas para o operário fabril, é para toda a gente. Se calhar deveríamos de mandar os nossos políticos e gestores para a escola. Eles também precisam de aprender novos modelos de gestão e novas políticas”, afirmou Jorge Santos. Para o presidente dos TSD das Caldas, “os gestores públicos e privados não dão uma imagem de confiança e de segurança aos portugueses de que vamos efectivamente sair da crise e esse é um dos grandes problemas da economia”. Neste colóquio, foram oradores, para além de Jorge Santos, Catarina Monterroso, chefe de serviços do Instituto de Emprego e Formação Profissional de Caldas da Rainha, Tânia Ribeiro, consultora da Tempo-team, João Frade, presidente da Associação Comercial, Marta Almeida, jurista da DECO, e Hugo Oliveira, vereador da edilidade caldense. Catarina Monterroso e Tânia Ribeiro referiram-se aos apoios existentes para os desempregado e para as entidades empregadoras, dos apoios existentes, enquanto que João Frade descreveu algumas propostas para o futuro do comércio caldense, com envolvência dass entidades políticas. Marta Almeida relatou o trabalho da DECO em prol da defesa dos interesses dos cidadãos em geral e das próprias empresas e Hugo Oliveira abordou o apoio ao empreendedorismo caldense, que tem permitido o nascimento de projectos.   Carlos Barroso

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