Devido à crise económica a direcção dos Bombeiros das Caldas, fez compras na Tailândia e com isso poupou metade da verba que iria despender se tivesse adquirido em território nacional os cem casacos e calças Nomex que fazem parte do equipamento de protecção individual de cada um dos elementos do corpo combatente activo. “Os Nomex são um equipamento para fogos urbanos e situações de desencarceramento. Tínhamos 20 equipamentos destes mas eram usados por todos e em termos higiénicos não era o mais aconselhável. Fizemos uma promessa no ano passado de que iríamos equipar todos os bombeiros no activo com um equipamento daqueles. Agora nenhum tenha desculpa por não irem bem equipados para as ocorrências”, começou por descrever Abílio Camacho, presidente da direcção. A aquisição destes fatos foi tarefa difícil, uma vez que pesquisaram o mercado, tendo conseguido a informação de um colega de Vila das Aves. “Corremos o país inteiro a pedir preços e em média custavam 650 euros cada um. Mas através de um colega de Vila das Aves, da Federação do Porto, conseguimos mandar vir estes equipamentos da Tailândia por 361 cada fato, já com impostos incluídos. Gastamos 36.100 euros”, frisou o dirigente. A verba foi custeada quase na totalidade pela direcção, que teve a ajuda de um grupo de bombeiros, denominados pela “comissão Unimog” “Da comissão liderada pelo chefe João Paulo vieram cerca de 17 mil euros. Todos os bombeiros também ajudaram porque prescindiram de receber gratificações quando fazem serviço durante um ano e arranjámos cerca de dois mil euros. A Associação arranjou a restante verba. Com estes equipamentos este ano já gastámos 51 mil euros em equipamentos individuais para os bombeiros das Caldas”, destacou Abílio Camacho. Além destes cem fatos Nomex foram adquiridos fatos para os elementos da fanfarra, para os infantes, para os novos recrutas e os equipamentos para os operacionais, desde máscaras, pólos, dolmens, entre outros. O próximo investimento vai ser feito em botas especiais que os bombeiros americanos utilizam “São botas especiais para incêndios. São feitas de borracha mas são muito boas e alguns bombeiros em Portugal utilizam, mas são muito caras. Custam cerca de 700 cada par. Este será o nosso próximo passo, mas estamos a negociar”, afirmou o comandante. Carlos Barroso
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O artista cerâmico Mário Reis fez uma peça para assinalar a tomada de posse do novo Presidente da República, a que deu a designação “Segurem-me”.



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