O concerto com os “Deolinda”, que antecedeu o Dia da Cidade, foi bastante animado, graças a um grupo de jovens que esteve na linha da frente e que mais tarde proporcionou um espectáculo surpresa com muitos balões a voarem entre a multidão. Foram estes jovens do Ponto de Ajuda, que foram puxando pelos presentes, já que a música deste conjunto era pouco conhecida para a maioria dos presentes, que serenamente assistiram à actuação. Mesmo assim a Praça 25 de Abril esteve repleta de gente, não como no ano passado em que esteve Tony Carreira, mas bastante composta, para uma noite onde a chuva marcou presença. O conjunto “Deolinda”, liderado por Ana Bacalhau, trouxe às Caldas músicas com letras do quotidiano. Segundo Pedro Martins, um dos elementos da banda, o espectáculo preparado para as Caldas teve “novas canções”. O palco, também novo, com desenhos de João Fazenda, “ajuda-nos também a abrir caminhos em termos visuais”, sublinhou. Ana Bacalhau comentou o novo trabalho, considerando que apresenta “maturidade”. “«Dois selos e um carimbo», nome do álbum, foi feito enquanto estávamos a apresentar a “Canção ao Lado” ao vivo. Foi sendo feito entre um sound check e outro, um hotel e outro, e reflecte um bocadinho isso, o nosso crescimento enquanto músicos, enquanto banda, os arranjos estão mais complexos, conseguimos não repetir ideias mas a personalidade do projecto mantém-se”, descreveu. A vocalista sustentou que os “Deolinda” foram criados a tocar ao vivo. Pedro Martins destacou que “em todos os palcos Deolinda se adapta bem”. Carlos Barroso
“Deolinda” no concerto das Festas da Cidade
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