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Empresária russa dirige salão Olga Charm´s

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“Não existem mulheres feias. Há mulheres arranjadas e não arranjadas”. A expressão é de Olga Dolzhenko, uma empresária russa, de 34 anos, que está em Portugal há dez anos e que agora se lançou na vida comercial com o marido português, depois de ter trabalhado na cozinha de um restaurante chinês quando chegou às Caldas […]
Empresária russa dirige salão Olga Charm´s

“Não existem mulheres feias. Há mulheres arranjadas e não arranjadas”. A expressão é de Olga Dolzhenko, uma empresária russa, de 34 anos, que está em Portugal há dez anos e que agora se lançou na vida comercial com o marido português, depois de ter trabalhado na cozinha de um restaurante chinês quando chegou às Caldas e ter passado por outros salões de cabeleireiro e de esteticísmo. O Salão Olga Charm’s, na Rua António Lopes Júnior, nº 16, é a parte visível de uma mulher que imigrou há dez anos para Portugal e que teve como cidade acolhedora Caldas da Rainha. Nessa altura foi acolhida durante dois anos por uma família de chineses que lhe deram emprego num restaurante e lhe deram a possibilidade de ter visto de permanência no território nacional. “Sempre vivi nas Caldas durante este dez anos e sempre fui bem recebida”, contou. Abriu agora o Salão Olga Charm´s, de que é proprietária com o marido. “Foi sempre o meu sonho abrir um estabelecimento nesta área. Queria um espaço meu com novas ideias”, contou. De portas abertas desde o dia 5 de Abril, a empresária confessou estar satisfeita com o movimento. Olga Dolzhenko empregou a sua formação de esteticista que trazia da Rússia, mas para a exercer teve de passar por um processo de equivalência com mais formação. O Salão Olga Charm´s dispõe de serviços de pedicure, manicure, arranjo de pestanas, depilação, aplicação de tinta no cabelo, lavagem de cabeça, tratamento de rosto e dentro em breve terá tratamento destinado ao corpo. Olga Dolzhenko tem a seu cargo três colaboradores, de três nacionalidades distintas. Um brasileiro, uma ucraniana e uma portuguesa. Superada a dificuldade na aprendizagem da língua, tenciona ficar no território nacional, até porque tem uma filha que estuda nas Caldas. “Gosto de Portugal, e não estou planear voltar”, confessou.   Carlos Barroso

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