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Em Abril touradas mil   Um grande olé para todos os aficionados e que seja um desfilar de emoções fortes para todos, nesta nova temporada agora no arranque inicial. Assim sendo, é tempo de voltarmos com esta rubrica para acordar toda a aficion desta região, da hibernação do defeso, deste longo e rude Inverno. Ainda […]

Em Abril touradas mil   Um grande olé para todos os aficionados e que seja um desfilar de emoções fortes para todos, nesta nova temporada agora no arranque inicial. Assim sendo, é tempo de voltarmos com esta rubrica para acordar toda a aficion desta região, da hibernação do defeso, deste longo e rude Inverno. Ainda assim, com tal condicionante, têm-se realizado variados festivais taurinos a favor de múltiplas instituições carenciadas, que recorrem à boa vontade dos toureiros, em ocasião de datas disponíveis, actuando generosamente de forma graciosa. Foi o caso em Reguengos, Arruda dos Vinhos, Vila Viçosa, Chamusca, etc. As corridas de toiros formais também já começaram a rodar, por exemplo Santarém, Vila Franca, Évora, Alcochete e outras. Outras mais vão seguir-se. É o caso do Campo Pequeno, que anunciou para esta época 14 corridas de toiros e uma novilhada, prometendo em cada espetáculo, cartéis de esgotar a praça, tendo já assegurado os melhores executantes da arte marialva, bem como os melhores espadas na arte de tourear a pé. A temporada daquele redondel será iniciada no dia 8 de Abril, pelas 22 horas, com os cavaleiros António Telles, João Salgueiro e o espanhol Leonardo Hernandez, sendo os 6 toiros da Herdade de Pegoras pegados pelos Forcados Amadores de Lisboa. Também a Praça do Montijo abre as suas portas no dia 10 de Abril, pelas 16 horas, para Ana Baptista, que será madrinha da cerimónia, dar alternativa a Joana Andrade. É mais uma mulher a alcançar o top a abraçar o profissionalismo neste difícil mundo dos toiros. Completa a terna de cavaleiros o vilafranquense Manuel Caetano, pegando os dois Grupos do Montijo e os Amadores do Redondo 6 toiros guardiolas. É o carrossel das touradas nas primeiras voltas, esperando nós, aqui no Oeste, pelas corridas da Benedita em Maio, Torres Vedras em Junho e Caldas, Nazaré, Peniche, Bombarral e Rio Maior no Verão. Esta simples crónica de abertura, não será terminada sem que fique por dar uma palavra de incentivo ao Grupo de Forcados Amadores das Caldas da Rainha, certo de que estarão a treinar afincadamente, a fim de não gorarem as grandes expectativas que todos os caldenses sempre têm dos forcados da sua terra. Vamos esperar igualmente pelo renovar dos super-êxitos das transmissões televisivas, na RTP e na TVI, que para além da qualidade dos espectáculos se saldaram por audiências de milhões. Apesar das evidências, nem todos tem o privilégio de saber entender e dar o devido apreço à arte de uma sorte de frente-a-frente, entre o cavalo e o toiro, a um cite garboso e largo, numa pega de praça-a-praça ou então a harmonia contida no diálogo entre o toiro e toureiro, quando na lide a pé, as séries de passes de muleta são bordados e levam o perfume da estética de uma arte infindável. Sempre e só possível com a inteligência do Homem. Mas nunca, sem a devida qualidade e óbvia colaboração do toiro.   Luciano Silva

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