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Futebol de 7 – 2º Torneio Distrital de Escolas “B” – Série D – 4ª Jornada

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Caldas: 3 Gaeirense: 4   Árbitra: Vânia Roque, da A. F. de Leiria Caldas Sport Clube: Carlos Oliveira, Duarte Coito Pedro Lucas, Gonçalo Almeida, Eugeniu Marandici, João Pinto, Luís Pancadas, André Martins, Andreia Santos, Rafael Roque, Miguel Vicente, Miguel Lopes, António Pinto e Bernardo Van Zeller.  Treinador: Vítor Henriques Directores: Ana Lopes e José Henriques […]

Caldas: 3 Gaeirense: 4   Árbitra: Vânia Roque, da A. F. de Leiria Caldas Sport Clube: Carlos Oliveira, Duarte Coito Pedro Lucas, Gonçalo Almeida, Eugeniu Marandici, João Pinto, Luís Pancadas, André Martins, Andreia Santos, Rafael Roque, Miguel Vicente, Miguel Lopes, António Pinto e Bernardo Van Zeller.  Treinador: Vítor Henriques Directores: Ana Lopes e José Henriques Gaeirense: Tomas Varandas, Paulo Silva, Ruben Martinho, Diogo Fiandeiro, Rafael Príncipe, Ricardo Pereira (cap) (1), Diogo Ferreira (2), Guilherme Santo (1), Ivo Nabais, Miguel Cunha, João Cabaceira, João Fortunato, João Ribeiro e Rodrigo Ribeiro. Treinador: José Carlos Director: Fernando Belo   Início de jogo muito aquém da equipa do Gaeirense, que entrou muito desconcentrada, com pouca agressividade e bastante apática, onde imperaram as jogadas individuais e onde o colectivo que demonstrou noutros encontros tardou a aparecer. O Caldas começou melhor mais concentrado e jogando no colectivo e com uma pressão bastante alta, cedo faria o primeiro do encontro. Numa jogada algo atabalhoada o Gaeirense faria o empate passados alguns minutos. Mas o jogo era dominado pelos locais, com inúmeras jogadas de golo eminente e bem delineadas pelos seus jovens jogadores, e não foi de estranhar que a primeira parte fosse de ascendente dos locais, que fariam no decorrer desta mais dois golos, um na transformação de uma grande penalidade. Chegava assim o intervalo que traria a mudança no encontro. O Gaeirense veio do balneário com outra postura e entrou em jogo muito concentrado e disposto a mudar a história do encontro. O colectivo superou o individual e as jogadas apoiadas, a estrutura defensiva forte e sólida e com um jogo colectivo muito forte mudariam o rumo do encontro e as jogadas de perigo passariam para perto da baliza do Caldas, onde acabariam por acontecer os três golos da segunda metade que fariam o resultado final.

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