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Futebol – Campeonato Distrital da 1ª Divisão – Série D

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A-dos-Francos: 2 Caldas: 2   Árbitro: Rodolfo Deyllot, da A.F. Leiria Caldas: Alexandre Sousa, Pedro Aires, Carlos Lopes, Tomás Vieira, João Pipa, Miguel Xavier, João Matias, Rudi Mamedes, Telmo Pereira, João Duarte, João Lopes Suplentes: João Cruz, Simão Sábio, André Cruz, Jorge Nuno reis, João Gaspar, Diogo Adrega e Daniel Belchior. Treinador: José Pedro Lopes […]

A-dos-Francos: 2 Caldas: 2   Árbitro: Rodolfo Deyllot, da A.F. Leiria Caldas: Alexandre Sousa, Pedro Aires, Carlos Lopes, Tomás Vieira, João Pipa, Miguel Xavier, João Matias, Rudi Mamedes, Telmo Pereira, João Duarte, João Lopes Suplentes: João Cruz, Simão Sábio, André Cruz, Jorge Nuno reis, João Gaspar, Diogo Adrega e Daniel Belchior. Treinador: José Pedro Lopes Adjunto: Fernando Enxuto Delegado: Mário Silvério Massagista: Tiago Casimiro   Por capricho do sorteio, o Caldas será a próxima equipa a folgar na última jornada da 1ª Fase do Campeonato Distrital da 1ª Divisão de Juvenis, tendo concluído a participação neste período da competição, após a deslocação a A-dos-Francos no passado sábado. Atendendo à definição dos objectivos dos opositores, este seria à partida o típico jogo para “cumprir calendário”. Desta forma, e porque se trata de uma estrutura desportiva em constante formação, não estranhou o facto da equipa técnica caldense apresentar um “onze” inédito, possibilitando aos 2 atletas em falta, Miguel Xavier e Rudi (de um plantel constituído por 23), a utilização na condição de “titulares”, cumprindo-se um dos objectivos basilares do grupo, ao cabo de 12 jornadas. Se pelas razões acima, os aspectos técnico-tácticos poderiam ser entendidos como factores de menor relevância, valorizando-se a alegria da prática do desporto favorito destes atletas de menor utilização, certo é que existem valores superiores a defender. A “imagem Caldas” ficou desfocada neste encontro. O respeito por quem dirige, quer seja dentro do campo ou fora dele, e o respeito pelo adversário, são sistematicamente referenciados nas sucessivas “palestras”, todavia, uma vez mais, o coração “traiu” a razão. O grupo entrou em campo consciente de que mais importante do que o resultado, seria de forma ordeira, desempenhar as tarefas que os levaram aquele recinto desportivo, e nem mesmo a actuação do árbitro da partida poderá justificar as reacções de má conduta por parte de qualquer atleta. Para a história fica o empate a duas bolas. Não obstante a integração de atletas com rotinas limitadas no esquema do grupo, o Caldas evidenciou a escassa vocação para jogar em espaços de reduzidas dimensões. A equipa da casa, foi durante o 1º tempo aquela que melhor interpretou o futebol a utilizar neste tipo de terreno. Aos 16′ num remate de fino recorte técnico, inaugurou o marcador. O Caldas respondia com um futebol desgarrado, denotando alguma ansiedade, mesmo assim e após insistência do “estreante” e buliçoso avançado, Miguel Xavier, o Caldas empata aos 32′ na conversão de uma grande penalidade a castigar uma infracção sobre o próprio. Os segundos 40′ nada de novo acrescentaram ao encontro. Premiada a equipa da casa, que aos 57′ se adiantou no marcador em consequência da marcação de um livre frontal em que o guarda-redes caldense e a deficiente formação da barreira, “contribuíram” para o êxito do lance. Pedro Aires, aos 65′, depois de uma série de ressaltos na área adversária, rematou para o fundo das redes, fixando o resultado final. A “revolta” patenteada por alguns atletas caldenses, valendo-lhes 5 cartões amarelos e 2 vermelhos, quanto às decisões desacertadas do trio de arbitragem, será certamente tema para análise por parte dos responsáveis do grupo.

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