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Espectáculo no CCC premiado

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A coreógrafa Madalena Victorino foi a vencedora do Prémio Autores para a Melhor Coreografia com o espectáculo “Vale”, que vai estar no CCC a 6 e 7 de Março. A primeira edição dos Prémios Autores, promovida pela RTP e pela Sociedade Portuguesa de Autores (SPA), distinguiu assim um projecto de criação artística regional que parte […]
Espectáculo no CCC premiado

A coreógrafa Madalena Victorino foi a vencedora do Prémio Autores para a Melhor Coreografia com o espectáculo “Vale”, que vai estar no CCC a 6 e 7 de Março. A primeira edição dos Prémios Autores, promovida pela RTP e pela Sociedade Portuguesa de Autores (SPA), distinguiu assim um projecto de criação artística regional que parte do património dos lugares e das gentes do Vale do Tejo e se conjuga com os Teatros e as comunidades onde estes hoje se integram. O projecto surge de um convite que a Artemrede fez a Madalena Victorino para criar um projecto de Arte Comunitária para o Vale do Tejo. “Vale” apresenta-se sob a forma de 4 canções coreográficas que, cheias de episódios roubados com os olhos a Alcanena, Montijo, Santarém e Sobral de Monte Agraço, se compõem numa narrativa forte e fluida de movimentos musicais e movimentos ficcionados com os corpos e a sua voz. A apresentação de “Vale” no CCC, a 6 e 7 de Março, vai ser um espectáculo ainda mais original do que os outros que têm percorrido os teatros associados da Artemrede, depois da grande adesão por parte dos caldenses ao desafio lançado. Em todos os locais onde o espectáculo é apresentado são convidadas 30 pessoas para subirem ao palco e serem também protagonistas desta aventura. Nas Caldas da Rainha o interesse foi tanto que Madalena Vitorino (que esteve presente no CCC para uma primeira reunião a 21 de Março) decidiu aceitar quase 80 pessoas, depois de conhecer o palco do grande auditório, acabou por considerar que perante tais dimensões seria melhor mesmo envolver mais gente.. “Fiquei surpreendida com esta adesão, foi algo inédito”, comentou, explicando que vai agora reflectir sobre a melhor forma de incorporar mais pessoas da melhor forma. “É um desafio, mas cada espectáculo é sempre diferente, de acordo com a realidade de cada local. Às vezes temos pessoas de 80 anos a participar, por exemplo. Nas Caldas da Rainha apareceram pessoas mais novas”, referiu.

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