Bombarralense: 1 Caldas S. C.: 1 Caldas: Ruben Gonçalves, Pedro Vicente, Simão Sábio, Tomás Vieira, André Cruz, Francisco Jorge, André Perdiz, Telmo Pereira, João Duarte, Daniel Belchior e João Gaspar Suplentes: João Cruz, João Pipa, Gonçalo Pimenta, João Matias, Miguel Xavier, Rudi Mamedes e Diogo Adrega. Treinador: José Pedro Lopes Adjunto: Fernando Enxuto Delegado: Jorge Reis Massagista: Ana Substituições: aos 63’ João Duarte por Gonçalo Pimenta; aos 70’ André Perdiz por Miguel Xavier e aos 75’ Francisco Jorge por João Pipa. O Estádio Municipal do Bombarral foi o cenário do encontro de Juvenis da 1 ª Divisão Distrital, que opunha as duas formações classificadas nas primeiras posições da Serie D. Sob uma temperatura gélida, as duas equipas entraram em campo, conscientes das dificuldades e cedo expressaram em campo a vontade de “aquecer” o ambiente, quiçá, contagiados pelo público presente. O Caldas, depois da pesada derrota em casa na 1ª volta (1-4), queria certamente rectificar a ténue imagem demonstrada na 2ª Jornada, e, na sequência das exibições recentes, dar de uma forma convicta e positiva, continuidade aos processos assimilados. O Bombarralense, por sua vez, líder invicto e a jogar no seu terreno, outros intentos não se vislumbrariam senão a conquista de mais 3 pontos. Argumentos suficientes para “prender” as atenções daqueles que se deslocaram em número apreciável, ao Estádio do Bombarralense. Iniciado o encontro, foi o Caldas a assumir as rédeas do jogo, exercendo pressão elevada sobre o portador, dificultando aos donos da casa, a 1ª fase de construção e o sub quente desenvolvimento da sua arma preferencial: o ataque rápido. Até cerca dos 20 minutos, o Caldas manteve os seus intentos e por duas ocasiões poderia mesmo ter inaugurado o marcador, uma por intermédio de Gaspar e outra por Perdiz. A equipa da casa após este período reequilibrou os sectores e progressivamente começava a libertar-se deste “colete-de-forças”, não só fazendo juz ao poderio físico na disputa de lances de 1×1, assim como tirando proveito das acções ofensivas caldenses, orientadas em excesso para lances individuais, em detrimento do colectivo. O equilíbrio era a nota dominante. Ambas as equipas apresentavam o desenho táctico habitual: 4x3x3 e se no meio do terreno poderia estar a chave do jogo, a verdade é que com o desenrolar do tempo, eram as linhas mais recuadas que se evidenciavam, ao colmatar as infrutíferas investidas ofensivas. O nulo registado ao intervalo espelhava o referido equilíbrio. Para os segundos 40 minutos, seriam facilmente perceptíveis as intenções dos técnicos dos dois conjuntos. Ao Bombarralense, competia a iniciativa do jogo, sem descurar o adiantamento das suas linhas, ao Caldas, reduzir os espaços entre os seus sectores, intermediário e ofensivo, tornando-se mais coeso e manter distante da sua zona defensiva, os flanqueadores adversários. Só mesmo um erro nesta “guerra táctica” poderia desfazer o nulo! E aconteceu, aos 54′. Insistência pelo lado direito do ataque, o atleta bombarralense ultrapassa o lateral Tomás, assim como Simão, o central que fazia a dobra e junto á linha de fundo cruza para a área, onde ao 2º poste surge João Ricardo a encostar para o fundo das redes do desamparado Ruben. Era o delírio para as hostes caseiras. Em desvantagem, o Caldas reagiu, fazendo entrar Pimenta para o flanco direito do ataque, derivando Gaspar para a esquerda e Perdiz baixando na ala esquerda para o lugar ate então ocupado por João Duarte. O Caldas ganhou consistência no meio campo, velocidade e largura no ataque. Assim, aos 67′, Cruz lança o lateral Aires que no seu corredor e já perto da linha de fundo, cruza atrasado para o interior da área encontrando o pé direito de Gaspar que, de primeira, remata ao poste mais distante do guarda-redes local, repondo a igualdade. O encontro caminhava para o final e era o Caldas, galvanizado pelo tento obtido, que procurava de forma mais objectiva, o golo da vitória. O Bombarralense sentia dificuldade em suster as constantes acções caldenses que, a resultar em golo, diga-se em abono da verdade, seria um justo prémio para a atitude caldense mas um enorme castigo para os da casa. Em suma, resultado justo num jogo em que a táctica superou a técnica. Uma palavra final aos atletas caldenses pela forma digna como se entregaram ao jogo, disputando-o sempre no limite das suas faculdades e correcção.
Juvenis – Campeonato Distrital 1ª Divisão
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