SE tu te candidatas a um cargo político, por espírito de serviço, mas não para viveres no «poleiro»… SE tu na campanha eleitoral falas ao povo sobre o que queres fazer, se ganhares, mas com a intenção de cumprir e não de burlar… SE para tentares vencer, não recorres à calúnia e à difamação dos teus adversários políticos… SE não subornas o povo para que vote em ti, mas procuras aproveitar os tempos de antena e de campanha para esclarecer… SE és sincero com os teus colaboradores e não lhes «tiras o tapete», depois deles te terem ajudado… SE não usas as tuas influências para manipular sondagens que possam fazer mudar de ideias alguns eleitores pouco esclarecidos e crédulos… SE nas campanhas e acções de rua não recorres ao insulto grosseiro e até ao confronto físico… SE quando és mal recebido em algum lugar, sabes aceitar a situação, sabendo que não se pode “agradar a gregos e a troianos”… SE sabes reconhecer que aquele que procuras substituir, também fez coisas bem feitas… SE te recandidatas e também sabes reconhecer que erraste algumas vezes, mas vais tentar emendar… SE no dia dos resultados depois de sair vencido, sabes cumprimentar o teu adversário político, sem hipocrisia, ou insinuações que são calúnias disfarçadas… SE no dia dos resultados depois de sair vencedor sabes, no meio da justa alegria, reconhecer que o teu adversário político também tem qualidades… Então, manda-me o teu nome para eu votar em ti. Maria Fernanda Barroca
Fechar a estrada antes que o rio decidisse por nós
Este texto é um reconhecimento. Escrevo-o porque sei que os factos aconteceram desta forma. Porque conheço quem tomou a decisão. Porque sei como foi ponderada, discutida, insistida. E porque nem sempre quem evita a tragédia é quem aparece a explicá-la.



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