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CCC faz balanço

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Inaugurado a 15 de Maio de 2008, o Centro Cultural e de Congressos das Caldas da Rainha recebeu num ano cerca de 60 mil participantes nas suas actividades. Em 187 sessões de espectáculos com cobrança de bilhetes, foram 39.055 as pessoas que usufruíram deste espaço de Maio de 2008 a Maio de 2009. Juntam-se ainda […]
CCC faz balanço

Inaugurado a 15 de Maio de 2008, o Centro Cultural e de Congressos das Caldas da Rainha recebeu num ano cerca de 60 mil participantes nas suas actividades. Em 187 sessões de espectáculos com cobrança de bilhetes, foram 39.055 as pessoas que usufruíram deste espaço de Maio de 2008 a Maio de 2009. Juntam-se ainda as 4.979 pessoas que participaram em actividades do Serviço Educativo do CCC e 58.420 em eventos de rua, concertos gratuitos e cafés literários, entre outros. Durante este período de tempo tiveram lugar 103 eventos promovidos por entidades externas (que alugaram diversos espaços no CCC) e que movimentaram 20.560 pessoas. “São números surpreendentes para um equipamento cultural novo”, refere o director do CCC, Carlos Mota, para quem “têm sido dados os passos certos, principalmente tendo em conta as dotações financeiras existentes”. “É notório que as comparticipações financeiras públicas ficam muito aquém das existentes para espaços semelhantes no país”, faz notar. “O CCC está assente num objectivo programático, que visa a pedagogia, diversidade, regularidade e qualidade artística. Para tal, possui uma programação estruturada que usa o instrumento pedagógico como ferramenta, para a necessária construção e formação de públicos exigentes e possuidores de conhecimentos, de modo a proporcionar a democratização de práticas culturais”, sublinha. “Os modelos culturais com estas características fundamentam-se e desenvolvem-se num prazo mínimo de 10 anos, só assim será possível fidelizar públicos e constituir-se paradigma referencial”, comenta Carlos Mota. Para o responsável torna-se essencial manter os níveis de execução e de produção ao mais alto nível “se quisermos ter o espaço e a dimensão referencial que permite olhar para a cidade de Caldas da Rainha no contexto da região”. Carlos Mota defende que para quem gere os destinos dos caldenses, o referencial criado neste primeiro ano de actividade pelo CCC, deve merecer uma avaliação transversal, de modo a reequacionar-se a estratégia da sua actividade, não só pelo que já se conseguiu, mas por aquilo que ainda é capaz de vir a realizar e a potenciar. “O CCC pode ser uma das ferramentas estratégicas para o desenvolvimento da cidade, hoje ele ocupa um espaço informativo e de visibilidade com importância nacional que lhe permite constituir referencial capaz de gerar focos de interesse económico”, salienta. Legenda: 60 mil participantes em actividades do CCC ao longo de um ano

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