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Paulo Portas na Expoeste

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O presidente do CDS-PP, Paulo Portas, esteve de visita à feira das tasquinhas nas Caldas da Rainha e entre beijinhos e cumprimentos aproveitou para atacar severamente José Sócrates, acusando-o de não andar na rua a ouvir as pessoas e a ver os seus problemas. “Viram por aí o primeiro-ministro? Acho que ele não sai à […]
Paulo Portas na Expoeste

O presidente do CDS-PP, Paulo Portas, esteve de visita à feira das tasquinhas nas Caldas da Rainha e entre beijinhos e cumprimentos aproveitou para atacar severamente José Sócrates, acusando-o de não andar na rua a ouvir as pessoas e a ver os seus problemas. “Viram por aí o primeiro-ministro? Acho que ele não sai à rua. Será que ele não gosta de ouvir as pessoas e de lhes dar resposta às perguntas?”, interrogou. “Eu faço uma campanha espontânea e ando onde estão as populações”, rematou. Paulo Portas falou também do desemprego, lembrando que “existem 250 mil jovens entre os 18 e os 34 anos que querem encontrar um emprego e não conseguem, ou perderam o seu posto de trabalho”. “Temos o maior nível de desemprego de sempre, pergunta-se como vamos criar empregos novos. Em Portugal quem cria empregos são as micro, pequenas e médias empresas. Temos de fazer tudo o que estiver ao nosso alcance para auxiliar estas empresas”, disse. Paulo Portas apelou às pessoas “que estão desiludidas, cansadas”, para “apoiarem as ideias e não as siglas, apoiem as propostas, mais do que os partidos. Olhem bem para os líderes e apostem em quem pode fazer uma mudança e garantir um futuro diferente. Os portugueses votam tradicionalmente em dois partidos e depois queixam-se”. Sobre as Caldas da Rainha, Paulo Portas sublinhou que foi na cidade que se realizou o Congresso do CDS e foi a partir daqui que o partido cresceu. “Eu suspeito que o Manuel Isaac e todos os que o acompanham vão ter um bom resultado. Foi aqui que tivemos uma das maiores subidas nas eleições europeias”, referiu. Salários em atraso desdramatizados O candidato à Câmara das Caldas pelo CDS-PP, Manuel Isaac, considera que o facto do líder do seu partido ter visitado uma empresa em dificuldades e com ordenados em atraso não é motivo de preocupação. “Nesta altura ter salários em atraso não quer dizer que não é uma empresa de referência. É uma das maiores empresas do concelho das Caldas. Lá por ter salários em atraso, não quer dizer que deixou de ser uma grande empresa e que tem, perante o concelho e perante a freguesia de Santa Catarina, um grande potencial” sublinhou Manuel Isaac, referindo-se à empresa Ivo Cutelarias. Segundo Manuel Isaac, “esta empresa tem 95% de exportação e nem com apresentação de facturação a banca empresta dinheiro. Assim qualquer empresa está em dificuldades”. “Daqui a meia dúzia de meses estará a laborar a 100% novamente”, manifestou. Carlos Barroso

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