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JS distrital fica de fora das eleições legislativas

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A Federação Distrital de Leiria da Juventude Socialista, no rescaldo da aprovação da lista do Partido Socialista pelo círculo eleitoral de Leiria às próximas eleições legislativas, lamenta não ter visto aceite a sua pretensão de ter um candidato em lugar potencialmente elegível. A 10 de Julho, a JS distrital tinha escolhido como candidatos desta estrutura […]

A Federação Distrital de Leiria da Juventude Socialista, no rescaldo da aprovação da lista do Partido Socialista pelo círculo eleitoral de Leiria às próximas eleições legislativas, lamenta não ter visto aceite a sua pretensão de ter um candidato em lugar potencialmente elegível. A 10 de Julho, a JS distrital tinha escolhido como candidatos desta estrutura política de juventude, Diogo Coelho, presidente da Federação Distrital de Leiria da JS, Ana Martins, presidente da Concelhia da JS da Marinha Grande, e Ivo Patrício, membro do Secretariado Concelhio e Federativo de Leiria. Nas concelhias espalhadas pelo distrito existem 1500 militantes, pelo que a JS distrital entendeu que “não poderia ser relegada para um lugar não coadunável com a dimensão da sua estrutura e que não tivesse em devida conta os jovens socialistas que representa”. Em reunião do Secretariado da Federação do PS, a JS, através do seu presidente de Federação e candidato da JS às legislativas, manifestou que “dado o distrito de Leiria ser um dos com mais eleitores jovens do país e ao facto de haver uma fuga de votos para o PSD, BE e CDU que nas suas listas apostam em jovens nos primeiros lugares”, entendia que à JS “devia ser dado um papel de relevo e destaque, que rompa com um passado em que esta estrutura política de juventude foi sempre relegada para segundo ou terceiro plano em diversas listas”, e que lhe fosse atribuído um papel semelhante ao que é exercido nas distritais de Coimbra e Aveiro, onde a JS tem desde 1995 um lugar elegível nas listas do PS à Assembleia da República. A JS pugnou por defender um lugar elegível na lista de candidatos do PS, nomeadamente, o 5º lugar. Contudo, como esta pretensão não foi atendida pelo PS, os candidatos da JS, em bloco, entenderam não figurar na lista do PS às próximas eleições legislativas, comentando ser uma “posição irredutível, atendendo ao tamanho desrespeito e desconsideração que à JS é votado e dedicado”. Francisco Gomes

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