Na AG foram igualmente reeleitos os elementos do conselho fiscal. A nível das camadas jovens está também tudo encaminhado, pois a palavra-chave continua a ser ‘continuidade’. Apenas faltam dois treinadores para estar tudo pronto. A série do Caldas é algo complicada, mas os passos serão dados com calma e com vontade de ganhar todos os jogos, mas sem “loucuras”. Acima de tudo a direcção caldense quer “honrar os nossos compromissos e honrar os compromissos do clube”, disse Vítor Marques. Vítor Marques revelou que o clube precisa de um autocarro ou de uma carrinha e vai correr atrás desse objectivo, no entanto, não pode prometer que o mesmo seja alcançado, mas tudo vai fazer para atingi-lo. Os números podem ‘enganar’, uma vez que se encontraram onerados em 112 mil euros em sequência de correcções de anos anteriores e por isso mesmo Luís Xavier mostrou que houve uma redução nos custos na ordem dos 22,5%. Vítor Marques fez notar que durante muitos anos o clube andou a gastar mais do que podia e essa não pode ser a política. Portanto, a ideia chave é não aumentar o passivo e regularizar o que está para trás. Vítor Marques apontou que o clube conseguiu reconquistar credibilidade, mas lamentou que algumas pessoas ainda lhe respondam “para o Caldas não”, por isso “é necessário contrariar esse estigma”. A ideia passa pela criação de um escalão por ano no futsal, para além dos seniores. Este ano o clube apostará no aparecimento de uma equipa de juniores, para o ano de iniciados e assim sucessivamente. Presidente: Vítor Marques Secretário: Raimundo Santos Vice-presidente: Henrique Susano Vice-presidente: Ramiro Ribeiro Presidente: António Maia Suplente: Leonel de Almeida Mantém-se em funções
Fechar a estrada antes que o rio decidisse por nós
Este texto é um reconhecimento. Escrevo-o porque sei que os factos aconteceram desta forma. Porque conheço quem tomou a decisão. Porque sei como foi ponderada, discutida, insistida. E porque nem sempre quem evita a tragédia é quem aparece a explicá-la.




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