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Obras do centro escolar de Alvorninha interrompidas

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O deputado comunista na Assembleia Municipal das Caldas da Rainha questionou o executivo camarário porque razão a obra do centro escolar de Alvorninha foi interrompida. Apontando que sempre duvidou do local de construção, indicando o problema de um muro de suporte e a existência de uma linha de água, António Barros declarou que “a Câmara […]
Obras do centro escolar de Alvorninha interrompidas

O deputado comunista na Assembleia Municipal das Caldas da Rainha questionou o executivo camarário porque razão a obra do centro escolar de Alvorninha foi interrompida. Apontando que sempre duvidou do local de construção, indicando o problema de um muro de suporte e a existência de uma linha de água, António Barros declarou que “a Câmara sempre fez ouvidos moucos às interrogações levantadas quanto ao local escolhido. Alertámos na altura que aquele era um terreno situado numa linha de água e ao mexer-se para as escavações se corria o risco de mobilidade de terras, o que veio a suceder, sendo confrangedor o que se observa no local. No nível inferior está inundado e as terras entre o edificado e os muros do cemitério mostram um deslizamento preocupante. O muro a poente do cemitério já tem fendas, evidenciando um afastamento que faz prever que possa mesmo ruir. A obra está parada e consta que o empreiteiro terá retirado do local não só todo o pessoal, mas também toda a maquinaria, tendo ficado apenas uma grua”. Por essa razão, António Barros interrogou “se se confirma o abandono do empreiteiro” e se “houve estudos técnicos que viabilizassem o local tendo em conta as características do terreno”. O deputado questionou “se a Câmara não está a tempo de repensar o local”, invocando “a segurança para as crianças”. O presidente da Câmara, Fernando Costa, respondeu que “existe um estudo geológico que falhou”, justificando que “devido às chuvas houve um deslizamento de terras”. “Enquant o tempo não melhorar e secar não se pode recomeçar a obra porque é difícil entrar”, admitiu. O autarca justificou que “terá de ser feito um ajuste directo para a construção de um muro de suporte, porque aquilo não está a correr bem. Tirar a escola daquele sítio e levá-la para outro, é uma questão que já ponderámos, mas já lá foram investidos mais 200 mil euros e penso que não seria a melhor solução”. Carlos Barroso

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