Peniche 4 Atalaia do Campo 1 Peniche Hélio; Edgar, Laranja, Ricardo Viola e Rui João; Paulo Neves, João Nuno e Emanuel (Vasco, aos 32m); Paulinho (Silva, aos 79m), Kiko e Bruno Novo (Enildo, aos 63m). Suplentes não utilizados: João Miguel, Edilson, André e Marinho. Treinador: Jorge Amaral Atalaia do Campo Hugo; André, Gelson, Trindade e Garcia; Hugo Brito (Nuno Antunes, aos 74m), Bruno Correia e Emanuel (Edenilson, aos 66m); Ucha, Filipe Mouro (Caio, aos 82m) e Cláudio. Suplentes não utilizados: Rui Pedro, Dinis e João Mateus. Treinador: Joca Estádio do Grupo Desportivo, em Peniche. Árbitro: João Bento, de Santarém Assistentes: Nuno Ferreira e Leonel Manha Ao intervalo: 3-0 Golos: 1-0 por Bruno Novo, aos 7m; 2-0 por Kiko, aos 23m; 3-0 por Ricardo Viola, aos 25m; 3-1 por Bruno Correia, aos 66m; 4-1 por Kiko, aos 86m. Acção disciplinar: amarelos para Paulo Neves (42m) e Ricardo Viola (90m). Sendo a última partida da época a realizar no seu estádio, era importante a vitória da equipa comandada por Amaral. E das intenções à realidade foi um pequeno passo com os locais a justificarem bem cedo uma vitória clara que, para além de uma boa prenda para os persistentes adeptos que sempre acompanham a equipa, permite um passo de gigante rumo à manutenção na III divisão nacional. Não há dúvida que a “nau” penichense mostra-se imparável nesta fase e, no espaço de 25 minutos, provocou três “rombos” na “armada” contrária. Um conjunto beirão que, saúde-se, apresentou-se bem organizado, povoando o seu meio campo e fazendo boa circulação de bola mas com dificuldade em ultrapassar a boa organização defensiva local. Os penichenses utilizando mais o passe em profundidade tornam-se mais perigosos e, em especial, mais eficazes. Sabendo que um dos pontos fortes da equipa é a marcação de bolas paradas, os visitantes esqueceram-se de tal facto e, logo ao minuto 7, na sequência de um livre na ala direita, Bruno Novo aproveita a confusão na área e remata forte, sem hipóteses para Hugo. Embalada pelo golo, a equipa continuou com o seu futebol envolvente, com rápidas transições da defesa para o ataque que culminaria com a obtenção de mais dois golos, no espaço de dois minutos. Aos 23m, Kiko conclui uma das melhores jogadas do encontro, iniciada entre Paulinho e João Nuno e concluída por Kiko. Aos25m, mais uma bola parada, neste caso um pontapé de canto, e Ricardo Viola a cabecear mais alto que toda a gente e a marcar o terceiro. Com uma vantagem de três golos, a partida ficou quase que sentenciada. Os comandados de Joca bem tentavam libertar-se desta pressão local mas denotavam muita dificuldade em fazê-lo. É verdade que, por alguns minutos, ainda voltaram a ter maior posse de bola mas não souberam ou não puderam empurrar o adversário na tentativa de reequilibrar pelo que a preocupação da defensiva local era mínima e Hélio apenas teve de se aplicar ao minuto 40, após uma excelente marcação de um livre através de Gelson. Ou porque não havia necessidade de continuar a um ritmo tão elevado por parte dos locais, ou porque houve reajustamentos nos visitantes, a segunda parte foi um pouco diferente. O Atalaia regressou mais afoito, com Ucha a aparecer mais solto, e logo ao minuto 49, falha uma boa ocasião para chegar ao golo. E o prémio desta postura chegaria, aos 66m, após um bom trabalho pela esquerda e Cláudio a oferecer o golo a Bruno Correia que não teve dificuldade em bater o desamparado Hélio. O momento permitiu novo fôlego, criando alguns embaraços à defensiva local que, então, mostrou saber ter cabeça fria e serenidade neste sector. E com o encontro a chegar ao seu final e com tudo decidido, o Peniche, mais tranquilo, limitou-se a gerir o tempo, voltando a marcar ao minuto 86, através de Kiko. Nunca virando a cara à luta, a segunda parte terá estado mais próximo do real valor dos visitantes que talvez não merecessem resultado tão desnivelado. Excelente arbitragem. José Monteiro
Manutenção na III Divisão à vista
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