Vivemos numa sociedade de contrastes em que já ninguém sabe o que quer, ou, toda a gente quer o contrário do que está estabelecido. Dantes havia supostamente duas opções: casar ou não casar. Agora há milhares de opções: casar, viver junto, unir-se de facto, namorar só quando apetece, mas ainda não chega. Parece que deste grupo não estão a fazer parte os homossexuais. Coitados, ficaram esquecidos. Normalmente as regras têm excepções, mas desta vez, as excepções querem-se tornar regra. Á regra do casamento, vieram os casais modernos dizer que não se queriam casar porque assim era melhor, eram mais livres, não tinham tanta burocracia, o amor era mais verdadeiro. Agora que se criaram legalmente alternativas ao casamento para esses casais modernos, os homossexuais vêm dizer que se querem casar. Mas se é moderno ser-se homossexual, não deveriam querer casar-se. Porque é que não vivem juntos ou o que seja sem chatear ninguém? Que venham querer comparar o casamento ou o matrimónio de um homem com uma mulher tendo em vista o bem do cônjuge, a entrega do dom de si ao outro, aberto e com fim à procriação, em quanto sacramento e nos estatutos legais que tem, à união homossexual de duas pessoas do mesmo género sexual é no mínimo surreal. A homossexualidade é exactamente o oposto ao fim do casamento e está claramente em contraste com a lei moral natural, inscrita em todo a pessoa. Que cada um faça o que quer dizendo que é livre, muito bem, que venham criar leis para satisfazer cada maluquinho, não. Rita Parreira
Legalizar as uniões homossexuais?
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