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Carta aberta ao presidente da Câmara das Caldas

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Venho pela presente, e na qualidade de munícipe do Concelho de Caldas da Rainha, questioná-lo acerca do seguinte: Conforme publicado, Sua Exa. afirma que “(…) os pavilhões do parque não têm condições para serem um hotel” e prefere neles instalar um grande museu da Cerâmica Portuguesa. Ora, sendo do domínio público que a sua formação […]

Venho pela presente, e na qualidade de munícipe do Concelho de Caldas da Rainha, questioná-lo acerca do seguinte: Conforme publicado, Sua Exa. afirma que “(…) os pavilhões do parque não têm condições para serem um hotel” e prefere neles instalar um grande museu da Cerâmica Portuguesa. Ora, sendo do domínio público que a sua formação académica é na área do Direito (e não na área da Arquitectura ou do Turismo…) venho desta forma questioná-lo sobre o seguinte: Em quê que se baseia para esta tomada de posição? Existem estudos? Quais? Uma vez que afirma o que afirma, não seria correcto revelar quais os seus fundamentos para esta afirmação? Se existem estudos, orçamentos, propostas, porque não as revelar e depois então fazer uma tomada de posição relativamente à decisão a tomar (sobre preferir instalar um grande museu da Cerâmica Portuguesa nos pavilhões do parque)? As razões pelas quais assume tal tomada de posição relacionam-se eventualmente com um incorrecto ordenamento da cidade e uma ausência de estacionamento na área circundante ao parque, essenciais para a realidade de um Hotel (falta de estacionamento este também “provocado” pelo Centro Comercial Vivaci)? Prendem-se com o facto de a localização dos pavilhões do parque ser muito próxima do centro histórico inexistente e abandonado da cidade – algo que em termos de Turismo também não seria de todo convidativo? Ou, por último, tais tomadas de posição prendem-se com um excesso de facilitismo, ausência, inércia e falta de capacidade por parte da oposição? Hugo Macedo

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