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Resioeste contribuiu para a campanha – 2 causas por 1 causa

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O volume de resíduos de embalagem recolhido pela Resioeste e pelos 14 sistemas multimunicipais da EGF em 2008, e enviado para reciclagem através da Sociedade Ponto Verde, permitiu angariar a verba suficiente para a aquisição de uma das duas unidades de rastreio do cancro da mama oferecidas à Laço, no âmbito da campanha “2 causas […]
Resioeste contribuiu para a campanha - 2 causas por 1 causa

O volume de resíduos de embalagem recolhido pela Resioeste e pelos 14 sistemas multimunicipais da EGF em 2008, e enviado para reciclagem através da Sociedade Ponto Verde, permitiu angariar a verba suficiente para a aquisição de uma das duas unidades de rastreio do cancro da mama oferecidas à Laço, no âmbito da campanha “2 causas por 1 causa”. No do sistema gerido pela Resioeste, que abrange 14 municípios num total de 400 mil pessoas, a actividade de recolha selectiva registou um crescimento de 20,3 por cento relativamente ao ano de 2007. A Resioeste, empresa participada da EGF responsável pela gestão do sistema multimunicipal de tratamento e valorização de resíduos Centro de Tratamento de Resíduos Sólidos Urbanos do Oeste, canalizou, em 2008, 11.846,5 toneladas de resíduos de embalagem para reciclagem, que no âmbito da parceria com a Sociedade Ponto Verde (SPV) e a Associação Laço na campanha “2 causas por 1 causa”, serão convertidas num donativo para reforçar o plano de rastreio do cancro da mama em Portugal. Por cada tonelada de resíduos de embalagem (metal, plástico, papel/ cartão e vidro) recolhidos selectivamente (ecopontos e porta-a-porta) e encaminhados para reciclagem, os sistemas aderentes à campanha e a SPV contribuíram com 1,5€ para a Laço, cujo objectivo, agora concretizado, foi angariar a verba suficiente para a aquisição de duas novas unidades de rastreio móvel. A SPV e representantes dos sistemas de tratamento e valorização de resíduos aderentes à campanha fizeram a entrega simbólica à Associação Laço de um donativo de 409 mil euros, num encontro que contou com a presença de Rita Ferro Rodrigues e Iva Domingues, duas das caras que se associaram à campanha que, de forma inédita, juntou a promoção da reciclagem à prevenção do cancro da mama. As novas unidades móveis de rastreio destinam-se a cobrir áreas geográficas que actualmente ainda não são abrangidas pelo Programa Nacional de Rastreio do Cancro da Mama, estimando-se que possam vir a abranger mais 20 mil mulheres portuguesas por ano. A Resioeste agradece a todas as pessoas que contribuíram para o sucesso desta campanha separando em casa todo o tipo de resíduos de embalagem – metal, plástico, papel/ cartão e vidro – e depositando-os correctamente nos respectivos ecopontos. Em 2007 foram recolhidas 13,7 toneladas de resíduos de embalagem para reciclagem, um resultado que, em 2008, ascendeu às 16.5 toneladas, traduzindo-se num crescimento perto dos 21%. Este resultado, avaliado como crescimento, é superior à média nacional reportada pela SPV, a entidade responsável pela gestão do Sistema de Gestão de Resíduos de Embalagens, que registou, em 2008, a nível nacional, um crescimento de 15%. A Resioeste disponibiliza 5.703 ecopontos e seis ecocentros, para além de um projecto-piloto em Óbidos de recolha porta-a-porta e de um sistema denomina de “ilhas” (pequenos contentores com as mesmas funções dos ecopontos). Está também em funcionamento um projecto-piloto denominado “Compostar outra Forma de Reciclar”, que promove junto dos 14 concelhos municipais que integram este sistema (Alcobaça, Alenquer, Arruda dos Vinhos, Azambuja, Bombarral, Cadaval, Caldas da Rainha, Lourinhã, Peniche, Rio Maior, Sobral de Monte Agraço e Torres Vedras) e desenvolve ainda um programa de acções de sensibilização dos cidadãos para a importância de fazer a correcta separação e deposição dos diferentes tipos de embalagens para que possam ser encaminhados para reciclagem através da SPV. A par desta iniciativa ” 2 causas por 1 causa”, a Resioeste em conjunto com movimentos de solidariedade da região Oeste proporcionou ajuda a mais de 30 cidadãos com dificuldades e a diversas instituições, na aquisição de materiais e equipamentos técnicos e ortopédicos (desde cadeiras de rodas eléctricas, camas, gruas, elevadores, aparelhos hospitalares diversos, andarilhos, entre outrs através das campanhas de recolha de plástico (tampinhas + garrafas) realizadas, que reuniu à volta de 300 toneladas, que convertidas em apoio financeiro no ano de 2008 rondou os 67.000 € de apoio.

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