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Marionetas de Richard Bradshaw animaram CCC

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A cada transformação das marionetas de Richard Bradshaw no espectáculo de 16 de Novembro, multiplicavam-se as gargalhadas no pequeno auditório do Centro Cultural e de Congressos das Caldas da Rainha. Considerado um dos melhores marionetistas do mundo, o australiano Richard Bradshaw apresentou um espectáculo de sombras e marionetas. Com uma aparente simplicidade, estas marionetas são […]
Marionetas de Richard Bradshaw animaram CCC

A cada transformação das marionetas de Richard Bradshaw no espectáculo de 16 de Novembro, multiplicavam-se as gargalhadas no pequeno auditório do Centro Cultural e de Congressos das Caldas da Rainha. Considerado um dos melhores marionetistas do mundo, o australiano Richard Bradshaw apresentou um espectáculo de sombras e marionetas. Com uma aparente simplicidade, estas marionetas são simples e delicadas, capazes de múltiplas transformações que ajudam este genial narrador a criar um mundo repleto de ilusões num pequeno quebra-luz. Foram contadas várias histórias curtas sobre animais e personagens curiosas, sempre com uma pequena surpresa e que faziam as crianças presentes na sala reagirem das mais diferentes formas. Mesmo assim, Richard Bradshaw comentou que tendo em conta a quantidade de crianças presentes na assistência, houve sempre uma grande atenção ao que se passava em palco. “Às vezes quando há assim tanta gente a assistir, torna-se mais desgastante porque tenho que fazer um maior esforço”, referiu. Mas o espectáculo podia ser apreciado por pessoas de todas as idades, não deixando ninguém indiferente no pequeno auditório. Com mais de 30 anos de carreira, Richard Bradshaw, nascido em Sydney em 1938, é mundialmente conhecido e uma presença constante nos maiores festivais internacionais de marionetas, desde que se tornou marionetista profissional, em 1969, depois de se licenciar em Matemática e Geologia e de ter sido professor universitário durante 10 anos. O seu teatro de sombras transformou-se num clássico, citado na maioria dos livros publicados sobre essa arte. O australiano percorre o mundo inteiro com as suas apresentações. Para além da Europa, já esteve em países como o Japão, México, Índia e Estados Unidos. Esta foi a terceira vez que veio actuar a Portugal, mas a sua primeira visita a este país foi como turista. “Viemos por quatro dias e acabámos por ficar seis semanas”, contou. Embora não tenha visto muito das Caldas da Rainha, gostou da cidade e principalmente do CCC, salientando as boas condições deste espaço do qual fez questão de tirar várias fotografias.

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